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    <title>others on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</title>
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    <description>Recent content in others on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</description>
    <generator>Hugo -- gohugo.io</generator>
    <language>en</language>
    <copyright>Gerbert Verheij</copyright>
    <lastBuildDate>Thu, 01 Nov 2018 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
    
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      <title>Geração, de Constança Clara</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-edge-arts-geracao-constanca-clara/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Nov 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Texto para a folha de sala da exposição &lt;em&gt;Geração&lt;/em&gt;, de Constança Clara, que teve lugar na galeria Edge-Arts no Espaço Amoreiras (Lisboa), de 1 de Novembro a 14 de Dezembro de 2018.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/2018-12-expo-constanca-clara.jpg&#34; alt=&#34;Obra de Constança Clara na exposição Geração&#34; title=&#34;Obra de Constança Clara na exposição Geração&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Um retrato de Fernando Vijande, na Fundación Suñol (crónica)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-retrato-fernando-vijande-fundacion-sunol/</link>
      <pubDate>Wed, 31 Jan 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;É uma exposição curiosa, esta da &lt;a href=&#34;http://www.fundaciosunol.org/es/event/fernando-vijande19711986/&#34;&gt;Fundación Suñol&lt;/a&gt;, que traça um retrato dessa figura importante mas muitas vezes pouco visível que é o galerista. A actividade de Fernando Vijande (1930&amp;ndash;1986) começou em 1971, na galeria Vandrés, em Madrid; em 1981 abre a galeria Vijande, na mesma cidade, a cuja actividade a morte do galerista põe fim. O tempo coincide, portanto, com os tempos da transição da ditadura para a democracia em Espanha e toda a agitação cultural e artística da altura. Da censura à primeira exposição que organizou, &amp;ldquo;Eros y el arte actual en España,&amp;rdquo; em 1971, à apoteótica mostra de Andy Warhol, em 1983.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/2018_01_7_Fernando-Vijande.jpg&#34; alt=&#34;Retrato de Fernando Vijande&#34; title=&#34;Retrato de Fernando Vijande por Alberto García Alix.&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Resenha de Arte e comunidade (2016)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-resenha-hugo-cruz-arte-comunidade/</link>
      <pubDate>Tue, 18 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Há já um ano ou mais que a volumosa obra Arte e comunidade (Fundação Calouste Gulbenkian, 2016), coordenada por Hugo Cruz, aguardava olhar atento num canto da prateleira. Eis o dia, admitindo desde logo que o que aqui se traz é mais um convite a ler que uma resenha minimamente à altura dos conteúdos do livro, riquíssimo.
Uma forma de apresentar o livro é dizer que a iniciativa é da PELE (&amp;lt;www.</description>
    </item>
    
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      <title>Notas para uma visão crítica da participação</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-notas-visao-critica-participacao-planisferio-interculturalidade/</link>
      <pubDate>Sat, 02 Jul 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Participação, política e cidade Numa primeira abordagem, participação é uma noção essencialmente política. Refere-se ao direito, consagrado pela Constituição (artigo 267), de que qualquer cidadão participe nos processos de decisão, aos vários níveis da Administração Pública. A participação é neste sentido uma forma de exercício activo de cidadania em democracia. Mais geralmente, a participação cidadã refere-se à contínua construção do bem comum por todos, sem o qual a democracia se esvazia de conteúdo.</description>
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      <title>Museu Nacional d&#39;Art de Catalunya – Apresentação da Arte Moderna</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-museu-nacional-art-catalunya-arte-moderna/</link>
      <pubDate>Tue, 15 Mar 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Esta resenha de exposição foi proposta, antes da breve declamação da independência da Catalunha, para uma revista scientífica portuguesa dedicada aos museus, onde aparentemente ficou esquecida numa gaveta. Passados quase três anos, e já desactualizada no que toca ao contexto político referido no texto, fica aqui arquivado, entre outros porque foi para mim, na altura, uma reflexão de alguma importância.
 Quais as possibilidades de um olhar crítico sobre os relatos feitos da história da arte desde o museu?</description>
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      <title>Que mundo o de Thomas Struth?</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-mundo-thomas-struth/</link>
      <pubDate>Tue, 24 Jan 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Sobre a retrospectiva de Thomas Struth, no Serralves de 28 de Outubro de 2011 a 29 de Janeiro de 2012. O folheto da exposição está disponível aqui.
É uma exposição que permite (pela primeira vez, segundo o museu) um olhar compreensivo sobre a sua carreira, cobrindo fotografias de 1978 a 2010. Foram as obras de grande formato da série dos museus, das últimas duas décadas, que mais me chamaram a atenção, e que são objecto deste texto.</description>
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      <title>A memória da violência (Roberto Huarcaya)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2011-memoria-violencia-roberto-huarcaya/</link>
      <pubDate>Fri, 02 Dec 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Está no Palácio Galveias a mostra de fotografias do peruano Roberto Huarcaya, intitulada “Violência subtil”, até ao dia 15 de Janeiro de 2012. Contém trabalhos recentes, de 2009 a 2011. São 28 fotografias de grande formato mais três vídeos, segundo a folha de sala (a minha contagem mental falhou-me nos vídeos, só me lembro de dois).
A instalação favorece um tipo de leitura que parte da sua presença num espaço concreto, de um percurso e uma leitura que daí possa decorrer.</description>
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      <title>As transformações do espaço público, segundo Daniel Innerarity</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2011-daniel-innerarity-novo-espaco-publico/</link>
      <pubDate>Fri, 02 Dec 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Um dos mais acessíveis relatos sobre as transformações contemporâneas do espaço público é El nuevo espacio público (2006), do filósofo espanhol Daniel Innerarity (há uma tradução portuguesa de Manuel Ruas, O novo espaço público, Teorema, 2010). O seu interesse principal consiste no carácter exaustivo mas sintético com que mapeia todas as grandes questões com que o entendimento do espaço público hoje se debate. Este livro retomou e aprofundou um capítulo, intitulado “Os novos espaços públicos”, de La sociedad invisible (2004, igualmente com tradução de M.</description>
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      <title>A Fortaleza da N.S.ª dos Prazeres</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-fortaleza-prazeres-iguatemi/</link>
      <pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-fortaleza-prazeres-iguatemi/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma abordagem a partir d&amp;rsquo;&lt;em&gt;O Engenheiro Português&lt;/em&gt; de Manuel de Azevedo Fortes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/fortaleza-iguatemi.jpg&#34; alt=&#34;Planta da Fortaleza da N.S.ª dos Prazeres&#34; title=&#34;Planta da Fortaleza da N.S.ª dos Prazeres, pormenor&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trabalho dos tempos universitários sobre a Fortaleza de N.S.ª dos Prazeres, no Brazil, também chamada de Iguatemi, nome do rio junto do qual foi erguida. A fortaleza é analisada a partir do influente tratado &lt;em&gt;O Engenheiro Português&lt;/em&gt;, composto por dois grossos tomos que abrangem todas as áreas ligadas à fortificação e pensado para acompanhar o ensino administrado nas Aulas de Fortificação em Lisboa.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Imagem e corpo da Rainha Santa: Uma leitura iconográfica relacional do túmulo de D. Isabel</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-imagem-corpo-rainha-santa/</link>
      <pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Um trabalho antigo dos tempos universitários.
 A Natureza e as lendas permanecem iguais no tempo e na memória dos homens; os monumentos, porém, que são narrativas em laudes de calcário, alvo ou corado, a cada século que passa contam se como os velhos que viram tombar muitas gerações. (V. Correia, 1946, p. 380)
 Introdução: corpo e imagem  Des images médiévales, on dira qu’elles sont dans l’histoire. Non parce qu’elles reflètent la réalité ou témoignent des mentalités d’une époque, mais parce qu’elles sont engagées dans des actes sociaux et qu’elles contribuent à nouer des interactions entre les hommes, comme entre la terre et le ciel, tout en créant des configurations signifiantes singulières.</description>
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      <title>Um monumento régio para Belém do Pará: O projecto e a polêmica</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-monumento-regio-belem-para/</link>
      <pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Trabalho antigo dos tempos universitários, que arquivo aqui por propor uma leitura que possa interessar ao ocasional estudioso do tema.&lt;/p&gt;</description>
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      <title>A Iconologia segundo Hans Belting</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-iconologia-hans-belting/</link>
      <pubDate>Tue, 11 May 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Recensão de “Image, Medium, Body: A New Approach to Iconology,” in Critical Inquiry 31 (Winter 2005).
Neste artigo, o autor parte de insuficiências das teorias da imagem existentes, por não atenderem à relação íntima entre imagem mental e física e a interacção entre elas; por isso, conclui a necessidade de uma concepção global e operativa da imagem, válida tanto para o presente como o passado, que parte de uma abordagem que define como antropológica e cujo centro é a prática das imagens, a sua actualização através da utilização pelo espectador.</description>
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      <title>A Iconologia segundo Erwin Panofsky</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-iconologia-panofsky/</link>
      <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Breve discussão do método iconológico como foi definido por Erwin Panofsky em dois textos metodológicos fundamentais na historiografia da arte. A primeira versão do texto que define este método faz parte da introdução do livro Studies in Iconology: Humanistic Themes in the Art of the Renaissance (1932, a edição utilizada é Oxford: Westview Press, 1972, pp. 3-17), algo reescrita para o seu livro Meaning in the Visual Arts de 1955 (foi utilizada a tradução portuguesa, “Iconografia e Iconologia: uma introdução ao estudo da arte do renascimento”, O Significado nas Artes Visuais, Lisboa: Ed.</description>
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