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    <title>Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</title>
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    <description>Recent content on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</description>
    <generator>Hugo -- gohugo.io</generator>
    <language>en</language>
    <copyright>Gerbert Verheij</copyright>
    <lastBuildDate>Mon, 15 Jul 2019 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
    
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      <title>Um sobreiro e a paisagem</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2019-marco-fidalgo-oficinas-convento-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Mon, 15 Jul 2019 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/2019-marco-fidalgo-oficinas-convento-folha-montemor.jpeg&#34; alt=&#34;O retirador Jorge Filipe e o artista Marco Fidalgo tiram a cortiça do sobreiro intervencionado. Imagem: Tiago Fróis, 2019&#34; title=&#34;O retirador Jorge Filipe e o artista Marco Fidalgo tiram a cortiça do sobreiro intervencionado. Imagem: Tiago Fróis, 2019&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há nove anos o artista Marco Fidalgo foi seleccionado para uma residência artística na categoria de Poesia Visual, nas Oficinas do Convento.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Geração, de Constança Clara</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-edge-arts-geracao-constanca-clara/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Nov 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-edge-arts-geracao-constanca-clara/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Texto para a folha de sala da exposição &lt;em&gt;Geração&lt;/em&gt;, de Constança Clara, que teve lugar na galeria Edge-Arts no Espaço Amoreiras (Lisboa), de 1 de Novembro a 14 de Dezembro de 2018.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/2018-12-expo-constanca-clara.jpg&#34; alt=&#34;Obra de Constança Clara na exposição Geração&#34; title=&#34;Obra de Constança Clara na exposição Geração&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Com ou sem Chapéu</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-retratos-renata-bueno-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Mon, 15 Oct 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Na Galeria Municipal pode ser vista, até ao fim de Outubro, a exposição Com ou sem Chapéu?, da artista plástica Renata Bueno. Quem leva o chapéu, ou não, são os modelos da artista, pessoas de idade de Foros de Vale Figueira onde a Renata foi viver há pouco mais que dois anos. Durante largos meses visitou lares e casas para conhecer esta população, voltou uma e outra vez, e tirou-lhes dezenas de retratos.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Linha Vermelha tricotada no Mercado</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-campanha-linha-vermelha-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Mon, 15 Oct 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Quem foi ao Mercado Municipal no Sábado 29 de Setembro pôde assistir a uma actividade pouco usual: várias pessoas tricotando uma grande linha vermelha. Esta actividade foi uma iniciativa da Campanha Linha Vermelha, realizada em colaboração com a Cooperativa Integral Minga Montemor, a Rede de Cidadania de Montemor-o-Novo e a Associação Ciranda, a fim de chamar a atenção dos cidadãos para a questão da prospecção de petróleo e gás em Portugal.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>O Plano Geral de Melhoramentos do Funchal (1915), de Miguel Ventura Terra</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-plano-melhoramentos-funchal-miguel-ventura-terra-estudo-previo/</link>
      <pubDate>Mon, 15 Oct 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;A presente recensão traça o estado de arte sobre o Plano Geral de Melhoramentos do Funchal, elaborado pelo arquiteto Miguel Ventura Terra entre 1913 e 1915. Avança ainda argumentas pela sua importância dentro da história do urbanismo português do século XX e identifica perspetivas de investigação futura.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>A Cidade PreOcupada</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-cidade-preocupada-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Na primeira quinzena de Julho teve lugar a décima edição do festival Cidade PreOcupada, organizado pelas Oficinas do Convento, desta vez concentrada em 15 dias intensos. O festival trouxe oficinas, concertos, performances, residências artísticas e exposições, e aventurou-se para fora da cidade, abrindo o programa em Casa Branca.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>O Montado no Convento, de Manuel Casa Branca</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-montado-convento-manuel-casa-branca-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;No Espaço do Tempo, no Convento da Saudação, está patente até ao fim de Agosto a exposição Montado no Convento, do pintor Manuel Casa Branca, bem conhecida nestas páginas. No claustro mostra paisagens de grande formato (160 x 100 cm na maior parte), com papel principal para os sobreiros, com as suas poses serenas e impertubäveis numa paisagem que muda a cada raio de sol ou sopro de vento ou se imobiliza sob o sol inclemente.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Oficinas do Convento. 20 anos de resiliência em Montemor-o-Novo</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-oficinas-convento-re-vis-ta/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Em
2016 a Associação Cultural de Arte e Comunicação Oficinas do
Convento – ou simplesmente as Oficinas – fez 20 anos. Ao mesmo tempo laboratório, espaço de investigação
e produção, estrutura de apoio, janela sobre a contemporaneidade e
brecha utópica no cerco cinzento da actualidade, a associação
habita e tem vindo a recuperar desde 1996 as sobras do Convento de S.
Francisco, em Montemor-o-Novo. Após uma campanha de angariação de
fundos, lançou em finais do ano passado um livro e um filme para
comemorar o percurso feito e celebrar o que há-de vir.&lt;sup id=&#34;fnref:1&#34;&gt;&lt;a href=&#34;#fn:1&#34; class=&#34;footnote-ref&#34; role=&#34;doc-noteref&#34;&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Autocolantes de Abril, no Arquivo Municipal</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-autocolantes-abril-arquivo-municipal-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Tue, 15 May 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Até ao fim deste mês de Maio está no Arquivo Municipal a exposição “De autocolante ao peito. Uma liberdade conquistada.” A exposição mostra as cinco centenas de autocolantes à volta do 25 de Abril e a sua herança, coleccionados por Laurentino dos Reis e – iniciativa cívica louvável – doados ao Arquivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/autocolantes/geral.jpg&#34; alt=&#34;Autocolantes de Abril no Arquivo Municipal&#34; title=&#34;Autocolantes de Abril em exposição. Colecção Laurentino dos Reis, Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo.&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Cardume 2, de Jorge Leal, na Galeria Municipal</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-cardume-jorge-leal-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Tue, 15 May 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Até ao fim deste mês de Maio Jorge Leal apresenta, na Galeria Municipal, desenhos. Um desenho omnívoro que se alimenta tanto da tradição própria desta disciplina, antanho considerada a mãe das artes, como do universo do cartoon, do imaginário sexual, da ruína e do inacabado, da inesgotável nuvem de imagens em que hoje em dias no movemos. Cardume de imagens, portanto, mas onde nós estamos no centro. Há uma óbvia presença do desejo que acaba por organizar a profusão de temas e abordagens.</description>
    </item>
    
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      <title>Arte contemporânea? Duas exposições e um filme</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-arte-contemporanea-filme-exposicoes-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;O que é a arte contemporânea? Para quem se aventurou ao Cine-Clube no dia 15 de Março “O Quadrado”, do realizador sueco Ruben Östlund, deu uma resposta. O filme traz ao ecrã alguns dias atribulados na vida de um curador de um fictício centro de arte contemporânea sueco. No filme a arte servia de cínico reflexo de uma sociedade cega pelas suas próprias boas intenções, mas estão lá todos os males que se podem associar à etiqueta de “arte contemporânea”: a vacuidade do discurso “profundo”, a ligação pouco salutar ao dinheiro, a cegueira de uma elite que constantemente reivindica preocupações sociais. A arte contemporânea é tudo isto, mas não só, felizmente. E assim temos o mote para falar de duas exposições aqui perto que dão outras versões do que é ou pode ser arte hoje.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Bandeirinhas de terra ao vento</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-bandeirinhas-terra-vento-maja-escher-mastro-monte-caparica/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Texto escrito para a exposição de arte participativa &amp;ldquo;Mastro do Monte&amp;rdquo;, que esteve na Biblioteca Maria Lamas, no Monte da Caparica, de 24 de Março a 21 de Abril de 2018. O texto foi impresso num caderno que também incluía o conto &amp;ldquo;A menina de todas as cores.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Projecto Ruínas: Dois livros para celebrar 18 anos de teatro</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-projecto-ruinas-livros-teatro-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;No dia 24 de Março o Projecto Ruínas, estrutura de criação teatral sediada em Montemor-o-Novo, celebrou os primeiros 18 anos de existência, chegada à maioridade que é assinalada pela edição de dois livros. Um comemora o percurso feito, outro aponta para novos caminhos.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Um retrato de Fernando Vijande, na Fundación Suñol (crónica)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-retrato-fernando-vijande-fundacion-sunol/</link>
      <pubDate>Wed, 31 Jan 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;É uma exposição curiosa, esta da &lt;a href=&#34;http://www.fundaciosunol.org/es/event/fernando-vijande19711986/&#34;&gt;Fundación Suñol&lt;/a&gt;, que traça um retrato dessa figura importante mas muitas vezes pouco visível que é o galerista. A actividade de Fernando Vijande (1930&amp;ndash;1986) começou em 1971, na galeria Vandrés, em Madrid; em 1981 abre a galeria Vijande, na mesma cidade, a cuja actividade a morte do galerista põe fim. O tempo coincide, portanto, com os tempos da transição da ditadura para a democracia em Espanha e toda a agitação cultural e artística da altura. Da censura à primeira exposição que organizou, &amp;ldquo;Eros y el arte actual en España,&amp;rdquo; em 1971, à apoteótica mostra de Andy Warhol, em 1983.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/2018_01_7_Fernando-Vijande.jpg&#34; alt=&#34;Retrato de Fernando Vijande&#34; title=&#34;Retrato de Fernando Vijande por Alberto García Alix.&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>20 anos de Oficinas num Convento</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-20-anos-oficinas-convento-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Mon, 15 Jan 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-20-anos-oficinas-convento-folha-montemor/</guid>
      <description>A 16 de Dezembro do ano findo as Oficinas do Convento lançaram um livro e um filme, ambos com o título 20 Anos de Oficinas num Convento, para lembrar e celebrar os primeiros vinte anos de actividade da Associação, criada em 1996. Frutos de uma campanha de angariação realizada em 2016 entre colaboradores e amigos, são o resultado de um mergulho a fundo pelos arquivos da associação e as memórias de fundadores, colaboradores e acompanhantes.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title> Da autoria à criação participada na construção do espaço público. Uma perspectiva desde o Planisfério da Interculturalidade</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-autoria-criacao-participada-construcao-espaco-publico-planisferio-interculturalidade-estudo-previo/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Dec 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-autoria-criacao-participada-construcao-espaco-publico-planisferio-interculturalidade-estudo-previo/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Artigo escrito em conjunto com a Alexandra Rato e publicado no &lt;a href=&#34;http://www.estudoprevio.net/en/papers/87/da-autoria-a-criacao-participada-na-construcao-do-espaco-publico&#34;&gt;&lt;em&gt;Estudo Prévio&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Lobo, de Ricardo Pires, na Galeria Municipal</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-lobo-ricardo-pires-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Dec 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-lobo-ricardo-pires-folha-montemor/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Na &lt;em&gt;Folha de Montemor&lt;/em&gt; de Dezembro, &amp;ldquo;Lobo&amp;rdquo;, de Ricardo Pires.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/2017_FdM-12_Ricardo-Pires.jpg&#34; alt=&#34;Ricardo Pires, Sem Título, 2017&#34; title=&#34;Ricardo Pires, &#39;Sem Título&#39;, 2017, grafite e guache sobre papel, 95 x 70 cm, https://ricardopires.net&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Porquê (ainda) fazer crítica da arte?</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-fazer-critica-arte-revista/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Dec 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-fazer-critica-arte-revista/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Ensaio-resenha de &lt;em&gt;Arte. Crítica. Política&lt;/em&gt;.&lt;br&gt;
Organização de Nuno Crespo.&lt;br&gt;
Tinta-da-china, 2016, 269 p.&lt;br&gt;
ISBN: 978-98-9671-329-4&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Encontro dos Telheiros do Sul</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-encontros-telheiros-sul/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Nov 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-encontros-telheiros-sul/</guid>
      <description>No dia 4 de Novembro teve lugar, na Ermida de S. Pedro da Ribeira, um encontro dedicado aos telheiros, ou seja, unidades de produção tradicional de materiais de construção em cerâmica, como tijolos, tijoleiras e telhas, também designados por ladrilho, adobo, lambaz, etc. Com este encontro pretendia-se aproximar interessados e profissionais ligados à construção tradicional e ao património, promovendo a preservação e viabilidade de uma actividade essencial à preservação do património arquitectónico.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Encontros Literários Alface na Biblioteca Municipal</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-encontros-literarios-alface-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Nov 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-encontros-literarios-alface-folha-montemor/</guid>
      <description>De 26 a 29 de Outubro tiveram lugar, na Biblioteca Municipal, os Encontros Literários Alface 2017, dedicados à vida e obra deste ilustre filho de Montemor. Falecido em 2007, João Alfacinha da Silva, que assinava Alface, deixou uma larga, singular e irreverente obra e muitas memórias, evocadas, homenageadas e recitadas no Auditório da Biblioteca por catorze ilustres convidados e leitores de dentro e fora de Montemor-o-Novo. O programa incluía também a leitura encenada de alguns contos do autor e a exibição de Facas e Anjos no Cineteatro Curvo Semedo, filme cujo argumento Alface assinou.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Jorge Calado nas Oficinas do Convento</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-jorge-calado-oficinas-convento-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Nov 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;No dia 21 de Outubro Jorge Calado – coleccionador e crítico de fotografia, entre muitas outras coisas – esteve nas Oficinas do Convento, trazido por José M. Rodrigues para uma conversa à volta da luz. Literalmente: o público assistiu na penumbra à volta de uma mesa iluminada, onde se amontoavam fotografias que ao sabor da conversa iam saindo do seu invólucro de plástico-bolha.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Sonosculturas na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-sonosculturas-nuno-rebelo-galeria-municipal-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Nov 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Durante duas semanas, dois ruidosos animais de cerâmica davam as boas-vindas aos visitantes da Galeria Municipal. Resgatados (ou raptados) de um dos pacatos canteiros do claustro do Convento de São Francisco, foram dotadas de alto-falantes no lugar das cabeças. Reproduziam com súbitas vibrações sons surpreendentes (tratava-se de gravações de uma ripa de madeira tocada com arco de violino). Lá dentro, a exposição – que ocupava todos os espaços da galeria, sem desdenhar a casa de banho ou o vão-de-escada do bar – rapidamente nos envolvia.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>About me</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/about/</link>
      <pubDate>Fri, 20 Oct 2017 21:38:52 +0800</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/about/</guid>
      <description>Gerbert Verheij is a writer and researcher. He has a Master&amp;rsquo;s degree in Art History (Universidade Nova de Lisboa) and a PhD degree in Public Space and Urban Regeneration (Universidad de Barcelona). He writes about exhibitions and books (Revista4, Re·Vis·Ta, Punkto, Folha de Montemor), was the editor of an ephemeral arts magazine (http://paraquedas.cerejeira.com/) and has published academic work on public art and participation, political monuments in the former Portuguese colony of Mozambique, the architect Miguel Ventura Terra and planning culture in Lisbon during the early twentieth century &amp;ndash; the latter was the object of his PhD thesis.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Novos paradigmas, nas Oficinas do Convento</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-novos-paradigmas-oficina-convento/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Oct 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-novos-paradigmas-oficina-convento/</guid>
      <description>Versão mais extensa de um apanhado publicado na Folha de Montemor. Este texto foi publicado no site das Oficinas do Convento.
 No passado sábado 7 de Outubro teve lugar nova edição das já tradicionais “Conversas,” dedicada a “novos paradigmas.” Um memorável cozido à portuguesa em panelas de barro sobre lume dividia o programa numa manhã dedicada a três fazeres bem distintos e, pela tarde, a apresentação de três projectos de criação, programação e circulação.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Rastro, de Sara Belo</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-rastro-sara-belo-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Oct 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-rastro-sara-belo-folha-montemor/</guid>
      <description>Acaba de encerrar a exposição de Sara Belo na Galeria Municipal, patente desde 9 de Setembro. A jovem artista, actualmente doutoranda na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, mostrou trabalhos em desenho, dos quais se destacava uma série de oito desenhos de grande formato de vistas do solo, paisagens horizontais de ervas, vagens, folhas, palha, tudo perscrutado de perto e registado com minúcia em grafite e aguadas. Nestes desenhos mil manchas escuras criam uma trama vegetal estranhamente desolada, uma natureza quase sem vida onde por vezes há o rastro da passagem de um corpo ou de um peso.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Eu, tu, nós: arte, afectos e comunidade vistas desde o Planisfério da Interculturalidade (Almada)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-eu-tu-nos-arte-afectos-comunidade-planisferio-interculturalidade/</link>
      <pubDate>Tue, 19 Sep 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-eu-tu-nos-arte-afectos-comunidade-planisferio-interculturalidade/</guid>
      <description>Presentation together with Alexandra Rato and Mariana Fernandes at the II EIRPAC in Porto. Here the abstract in english, for the portuguese abstract and the presentation itself see here.
Me, you, us: art, affection and community seen from the “Planisfério da Interculturalidade” (Almada)
In this paper we want to discuss the practice of community art projects, based on our own experience as volunteers in the project “Planisfério da Interculturalidade” (Planisphere of Interculturality).</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Manual de Iniciação à Cerâmica, de Ana João Almeida</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-manual-ceramica-ana-joao-almeida-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Sep 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-manual-ceramica-ana-joao-almeida-folha-montemor/</guid>
      <description>Em Julho passado foi lançado em Montemor-o-Novo o Manual de Iniciação à Cerâmica, da autoria de Ana João Almeida. É um objecto singular, fruto de uma investigação pessoal de uma década, sistematizada nos últimos anos pela autora nas Oficinas da Cerâmica e da Terra (Oficinas do Convento), onde entre outros tem dado um Curso de Cerâmica. O livro traz a marca deste percurso: sente-se que a prática validou os conhecimentos e orientou a sua organização numa linguagem directa, segura e acessível.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Resenha de Arte e comunidade (2016)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-resenha-hugo-cruz-arte-comunidade/</link>
      <pubDate>Tue, 18 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-resenha-hugo-cruz-arte-comunidade/</guid>
      <description>Há já um ano ou mais que a volumosa obra Arte e comunidade (Fundação Calouste Gulbenkian, 2016), coordenada por Hugo Cruz, aguardava olhar atento num canto da prateleira. Eis o dia, admitindo desde logo que o que aqui se traz é mais um convite a ler que uma resenha minimamente à altura dos conteúdos do livro, riquíssimo.
Uma forma de apresentar o livro é dizer que a iniciativa é da PELE (&amp;lt;www.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Como habitar um corpo sem órgãos (para a Liliana)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-liliana-velho-habitar-corpo-sem-orgaos/</link>
      <pubDate>Sat, 15 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-liliana-velho-habitar-corpo-sem-orgaos/</guid>
      <description>Na Oficinas do Convento, ao fundo do claustro, pendura-se um corpo sem órgãos. Ficou só o contorno dos membros, desenhados a cerâmica. Um rosto de sono tranquilo contempla – de olhos fechados – um céu branco de estrelas azuis: são dezenas de pequeníssimos pratos vidrados que cintilam contra o branco deslavado dum arco do claustro, sob os quais se aninha um discreto assento, propício para a meditação ou o namoro.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Um apanhado da PreOcupada</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-apanhado-preocupada-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Sat, 15 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-apanhado-preocupada-folha-montemor/</guid>
      <description>A Cidade PreOcupada, evento cultural das Oficinas do Convento, ocupou entre 14 de Junho e 9 de Julho os espaços de Montemor. Aqui um breve registo das exposições e instalações que trouxe à cidade.
21 de Junho, Galeria Municipal. Liliana Velho abre o seu mundo de corpos de mulher em fragmentos, de corações espetados, ossos tagarelas, pés abandonados, flores secas e pentes de todos os feitios, tudo desenhado a cerâmica em todas as cores do barro.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>The aesthetic of Lisbon: Writing and practices during the early 20th century</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-aesthetic-of-lisbon-phd-thesis/</link>
      <pubDate>Fri, 07 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-aesthetic-of-lisbon-phd-thesis/</guid>
      <description>My PhD thesis. Follows the abstract, the thesis can be read in its entirety here.
 This study tries to tackle the notion of “urban aesthetics” as it was articulated throughout the first three decades of the 20th century in Portuguese writing on the city, and practised in different forms of spatial production. A diffuse vocabulary – estética urbana, estética citadina, estética da cidade, das edificações, da rua &amp;hellip; – signals a persistent understanding of the city as a work of art, both in the way it was experienced – an “urban aesthetic” – and contrived – an “urban aesthetics.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Conversa à volta da Imago</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-conversa-imago-revista/</link>
      <pubDate>Sat, 01 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-conversa-imago-revista/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Desde 2010 a colecção Imago tem traduzido para português autores incontornáveis para o pensamento contemporâneo no âmbito da “imagem”. Se hoje nomes como Georges Didi-Huberman, Victor I. Stoichita ou Hans Belting soam familiares, parte do crédito sem dúvida lhe pertence. A colecção surge pela mão de três entusiastas da imagem, João Figueira, Marta Mestre e Vítor Silva. Inicialmente o projecto editorial foi acolhido pela Dafne, a editora de arquitectura portuense. Ali aparecem entre 2010 e 2011 &lt;em&gt;Estética e política: A partilha do sensível&lt;/em&gt;, de Jacques Rancière, &lt;em&gt;O que nós vemos, O que nos olha&lt;/em&gt;, de Georges Didi-Huberman, e &lt;em&gt;A verdadeira imagem&lt;/em&gt;, de Hans Belting. Estes três autores estavam a ganhar visibilidade em Portugal: Rancière e Didi-Huberman participaram nas conferências de &lt;em&gt;A República por vir&lt;/em&gt;, na Gulbenkian, em Novembro de 2010; em Março de 2011 a própria Imago trouxe Rancière e Belting a uma concorrida conferência na Culturgest; o último fez ainda uma conferência no Carpe Diem Arte e Pesquisa.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Madonas, de Beatriz Manteigas</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-beatriz-manteigas-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Mon, 15 May 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-beatriz-manteigas-folha-montemor/</guid>
      <description>Beatriz Manteigas mostra as suas “Madonas” na Galeria Municipal até ao dia 26 de Maio. São sete obras de grande formato, a pastel de óleo sobre tela, mais uma dúzia de desenhos sobre papel de corpos de mulher.
Embora o título remeta para um género tradicional de representação da Virgem Maria, as mulheres bem terrenas de Beatriz Manteigas não precisam de filho (santo ou outro) para reivindicar um lugar na imagem.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>De pé, ó voluntários! Cidadania e auto-aprendizagem no Planisfério da Interculturalidade (Almada)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-de-pe-voluntarios-planisferio-interculturalidade/</link>
      <pubDate>Thu, 27 Apr 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-de-pe-voluntarios-planisferio-interculturalidade/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Paper presented with Alexandra Rato and Mariana Fernandes at the International Colloquium &amp;ldquo;Arte Pública na Era da Criatividade Digital,&amp;rdquo; April 27&amp;ndash;28, 2017, at the Universidade Católica, Porto.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Ecúmena, de Sérgio Bilou Carronha</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-ecumena-sergio-carronha-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Mar 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-ecumena-sergio-carronha-folha-montemor/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/carronha-ecumena-montemor.jpg&#34; alt=&#34;Sérgio Carronha, Ecúmena, 2017&#34; title=&#34;Sérgio Carronha, Ecúmena, Galeria Municipal de Montemor-o-Novo, 2017. Fotografia: Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem conhece o espaço da galeria há uma primeira surpresa na entrada, que se faz pela primeira porta, normalmente fechada. Depois, lá dentro, uma grande construção em cana e ramos de eucalipto dá por momentos a ideia de que estamos num lugar maior – e mais opaco – do que nos lembrávamos.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Mergulhar no sono, de Virgínia Fróis</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-mergulhar-sono-virgina-frois/</link>
      <pubDate>Tue, 15 Nov 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-mergulhar-sono-virgina-frois/</guid>
      <description>No vestíbulo da Galeria Municipal, dois vasos pendurados. Um contém água; o outro terra com uma silva plantada. Circunscrevem o início e o fim da obra: água que dá o barro e a vida, silvas que reclamam de volta à terra todo o labor da nossa mão. Que labor? Aqui, há algo de agarrar o nada do sonho pela mais terrena das artes. Um pequeno pormenor junto de uma das peças insinua-o: um punhado de terra – o vazio da mão fechada – agarrada e atirada ao fogo.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Todo o património é poesia, no Fórum Eugénio Almeida</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-todo-patrimonio-poesia-forum-eugenio-almeida/</link>
      <pubDate>Mon, 15 Aug 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-todo-patrimonio-poesia-forum-eugenio-almeida/</guid>
      <description>Todo o património é poesia? Visto da arte contemporânea a resposta é sim, de acordo com Filipa Oliveira, curadora da exposição com este título que está no Fórum Eugénio Almeida em Évora até ao dia 28 deste mês. Com o título a curadora quis sublinhar como o património é sempre o resultado imprevisível de um olhar sobre o mundo que nos rodeia. Olhar, discurso ou ficção, património é uma noção ambígua, que se alimenta de vestígios de um passado para projectar uma identidade capaz de abranger o presente.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Marcelo Expósito. Conversación com Manuel Borja-Villel (resenha do livro)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-marcelo-exposito-conversacion-manuel-borja-punkto/</link>
      <pubDate>Wed, 20 Jul 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-marcelo-exposito-conversacion-manuel-borja-punkto/</guid>
      <description>A partir do livro “Marcelo Expósito. Conversación con Manuel Borja-Villel” (Madrid: Ediciones Turpial., 2015) este texto defende a necessidade de um projecto comum, crítico e comprometido, para a cultura portuguesa. Entre resenha e ensaio, pretende contribuir para um pensamento político da cultura em Portugal.
Texto publicado na Punkto.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Resistência, de Ana Almeida Pinto</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-resistencia-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Jul 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-resistencia-folha-montemor/</guid>
      <description>Dentro da programação da Cidade (Pre)Ocupada, organizada pelas Oficinas do Convento, uma série de exposições vão ocupando a Galeria Municipal. Relatamos aqui as nossas impressões da primeira, Resistência, que entre os dias 15 e 21 de Junho apresentava os resultados da residência da artista portuense Ana Almeida Pinto nas Oficinas.
Na entrada da Galeria umas estranhas e intrigantes formas, como se de folhados de chocolate se tratassem, abriam o apetite. Os folhadinhos mais não são que pedaços de xisto que a artista trouxe dos lados do Porto e expôs a altas temperatura (à volta de 1100º C), nos fornos do Telheiro.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Notas para uma visão crítica da participação</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-notas-visao-critica-participacao-planisferio-interculturalidade/</link>
      <pubDate>Sat, 02 Jul 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-notas-visao-critica-participacao-planisferio-interculturalidade/</guid>
      <description>Participação, política e cidade Numa primeira abordagem, participação é uma noção essencialmente política. Refere-se ao direito, consagrado pela Constituição (artigo 267), de que qualquer cidadão participe nos processos de decisão, aos vários níveis da Administração Pública. A participação é neste sentido uma forma de exercício activo de cidadania em democracia. Mais geralmente, a participação cidadã refere-se à contínua construção do bem comum por todos, sem o qual a democracia se esvazia de conteúdo.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Variações sobre uma manobra</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-variacoes-manobra-perejaume-revista/</link>
      <pubDate>Fri, 01 Apr 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-variacoes-manobra-perejaume-revista/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/maniobra-perejaume-mnac.jpg&#34; alt=&#34;Mãos de Miró, de autor anónimo e da Gigante de Olot na exposição Maniobra de Perejaume&#34; title=&#34;Uma manobra a vários mãos. Mãos de Miró, de autor anónimo e da Gigante de Olot na exposição Maniobra de Perejaume, no Museu Nacional d&#39;Art de Catalunya. Fotografia: Marta Mérida.&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resenha-ensaio do livro &lt;em&gt;Mareperlers i ovaladors&lt;/em&gt; (Barcelona: Museu Nacional d&amp;rsquo;Art de Catalunya e Edicions 62, 2014), de Perejaume, publicado na &lt;em&gt;Re·Vis·Ta&lt;/em&gt; 1 (Abril de 2016).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Museu Nacional d&#39;Art de Catalunya – Apresentação da Arte Moderna</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-museu-nacional-art-catalunya-arte-moderna/</link>
      <pubDate>Tue, 15 Mar 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-museu-nacional-art-catalunya-arte-moderna/</guid>
      <description>Esta resenha de exposição foi proposta, antes da breve declamação da independência da Catalunha, para uma revista scientífica portuguesa dedicada aos museus, onde aparentemente ficou esquecida numa gaveta. Passados quase três anos, e já desactualizada no que toca ao contexto político referido no texto, fica aqui arquivado, entre outros porque foi para mim, na altura, uma reflexão de alguma importância.
 Quais as possibilidades de um olhar crítico sobre os relatos feitos da história da arte desde o museu?</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Urban aesthetics. On the modernity of Ventura Terra, architect and town planner</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2015-urban-aesthetics-modernity-ventura-terra-southern-modernism/</link>
      <pubDate>Fri, 01 May 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2015-urban-aesthetics-modernity-ventura-terra-southern-modernism/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Book chapter published in &lt;em&gt;Southern modernisms: From A to Z and back again&lt;/em&gt;, edited by Joana Cunha Leal, Maria Helena Maia and Begoña Farré (Porto: CEAA, IHA, 2015. pp. 99-124). The entire book is available at &lt;a href=&#34;http://southernmodernisms.weebly.com/uploads/3/0/0/9/30098279/leal_j.c._%282015%29_southern_modernisms_-_from_a_to_z.pdf&#34;&gt;http://southernmodernisms.weebly.com/uploads/3/0/0/9/30098279/leal_j.c._%282015%29_southern_modernisms_-_from_a_to_z.pdf&lt;/a&gt;. The chapter is an extended version of a paper presented at the Conference &amp;ldquo;Southern Modernisms: critical stances through regional appropriations,&amp;rdquo; held in Porto, February 19-21, 2015.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Ventura Terra, modern town planner?</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2015-ventura-terra-modern-town-planner-southern-modernisms/</link>
      <pubDate>Thu, 19 Feb 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2015-ventura-terra-modern-town-planner-southern-modernisms/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Paper presented at the Conference &amp;ldquo;Southern Modernisms: critical stances through regional appropriations,&amp;rdquo; held in Porto, February 19-21, 2015, and published in the &lt;a href=&#34;https://southernmodernisms.weebly.com/uploads/3/0/0/9/30098279/leal_j.c._(2015)_southern_modernisms_-_critical_stances_lr.pdf&#34;&gt;proceedings&lt;/a&gt; (see there for the images).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Doreen Massey: Vocabulários da economia</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-doreen-massey-vocabularios-economia/</link>
      <pubDate>Sun, 17 Aug 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-doreen-massey-vocabularios-economia/</guid>
      <description>Tradução originalmente publicada na revista Paraquedas, sob pseudonímio de Frederico Luppe.
 Tradução de trechos de “Vocabularies of the economy”, primeiro fascículo da obra colectiva After neoliberalism? The Killburn manifesto, editado por Doreen Massey, Michael Rustin e, antes de falecer em Fevereiro de 2014, Stuart Hall. Está disponível em http://www.lwbooks.co.uk/journals/soundings/manifesto.html. Os títulos que organizam esta tradução são da autoria do tradutor.
[Linguagem e o lugar social] No verão passado, visitei uma exposição de arte e tive uma conversa muito interessante com uma das jovens empregadas da galeria.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Rethinking Collaborative Public Art: Agents and values in the monument to multiculturalism in Almada, Portugal</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-rething-collaborative-public-art-easa/</link>
      <pubDate>Sat, 02 Aug 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-rething-collaborative-public-art-easa/</guid>
      <description>&lt;p&gt;What are the advantages of having a collaborative process instead of a
single authorship to build a public monument? Is the result really a
reflection of the communities&amp;rsquo; values? How do the various agents
interact? The paper focuses on the evaluation of a collaborative art
process in Portugal.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>A Participatory Public Art Process in Almada: Agents and Values</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-participatory-public-art-process-almada/</link>
      <pubDate>Sat, 05 Jul 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-participatory-public-art-process-almada/</guid>
      <description>&lt;p&gt;The impact of public art on the territory has an undeniable cultural
dimension since it creates new sensorial and visual agents, with
potential social interactivity. In this paper we present and discuss a
Portuguese case-study of participated public art, developed for the
Caparica Civic Centre (Almada, Portugal) by a team that includes artists
(sculptors), anthropologists, local associations and inhabitants. The
territory and the community were the main pillars for the conception of
a three piece monument, built in a multicultural neighborhood, through a
progressive and interactive working methodology, between 2011 and 2013.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Fazer o ponto, no MACBA</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-fazer-o-ponto-macba-revista4/</link>
      <pubDate>Sat, 01 Mar 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-fazer-o-ponto-macba-revista4/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Arte, dos puntos. Barcelona vive el arte contemporáneo&lt;/em&gt;. Museu d&amp;rsquo;Art
Contemporani de Barcelona (MACBA), Julho de 2013 &amp;ndash; Janeiro de 2014.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;L&amp;rsquo;art és una pregunta sense resposta (Àlex)&lt;br&gt;
L&amp;rsquo;art és una cosa que fa qualsevol i ningú entén (Pablo)&lt;br&gt;
L&amp;rsquo;art és poc democratitzador i eternament adolescent (Agustí)&lt;br&gt;
El arte es excelente (Sergio)&lt;br&gt;
El arte es basura (Marev)&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;ndash; Respostas preenchidas por visitantes à pergunta &amp;ldquo;A arte é &amp;hellip;&amp;quot;&lt;sup id=&#34;fnref:1&#34;&gt;&lt;a href=&#34;#fn:1&#34; class=&#34;footnote-ref&#34; role=&#34;doc-noteref&#34;&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Making up a point, at the MACBA</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-fazer-o-ponto-macba-revista4-english/</link>
      <pubDate>Sat, 01 Mar 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-fazer-o-ponto-macba-revista4-english/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Arte, dos puntos. Barcelona vive el arte contemporáneo.&lt;/em&gt; Museu d&amp;rsquo;Art
Contemporani de Barcelona (MACBA), July 2013 &amp;ndash; January 2014.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;L&amp;rsquo;art és una pregunta sense resposta (Àlex)&lt;br&gt;
L&amp;rsquo;art és una cosa que fa qualsevol i ningú entén (Pablo)&lt;br&gt;
L&amp;rsquo;art és poc democratitzador i eternament adolescent (Agustí)&lt;br&gt;
El arte es excelente (Sergio)&lt;br&gt;
El arte es basura (Marev)&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;ndash; Answers provided by visitors to the question &amp;ldquo;Art is &amp;hellip;&amp;quot;&lt;sup id=&#34;fnref:1&#34;&gt;&lt;a href=&#34;#fn:1&#34; class=&#34;footnote-ref&#34; role=&#34;doc-noteref&#34;&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Anthropological contributions to participated public art: The case of the Monument to Cultural Diversity in the Fróis Urban Park, Almada (Portugal)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-anthropological-contributions-participated-public-art-iuaes/</link>
      <pubDate>Tue, 06 Aug 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-anthropological-contributions-participated-public-art-iuaes/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Paper co-authored with Filipa Ramalhete, Maria Assunção Gato and Sérgio Vicente, and presented at the IUAES 2013 Congress, which took place in Manchester on August 5&amp;ndash;10, 2013.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Charters de Almeida: Notas a propósito de uma exposição</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-charters-almeida-exposi%C3%A7%C3%A3o/</link>
      <pubDate>Fri, 21 Jun 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-charters-almeida-exposi%C3%A7%C3%A3o/</guid>
      <description>Texto originalmente publicado na revista Paraquedas, sob pseudonímio de Ernesto de Carvalho.
 Qual é a cidade de Charters de Almeida? As seguintes notas propõem alguns pontos de partida para abordar esta pergunta. Partem da exposição Símbolos, vertigens, utopias (Reitoria da Universidade de Lisboa, 11 de Março&amp;ndash;30 de Abril de 2013). Tendo por tema principal as &amp;ldquo;cidades imaginárias&amp;rdquo;1, que o escultor vai projectando e construindo desde a década de 1980, a exposição apresentava obras em suportes variados: da maqueta e escultura de pequena porte ao desenho e simulação digital.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Gerrit Komrij: Uma tradução</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-gerrit-komrij-traducao/</link>
      <pubDate>Fri, 21 Jun 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-gerrit-komrij-traducao/</guid>
      <description>Tradução de um fragmento deste escritor holandês, com nota biográfica final, sob pseudonímio de Frederico Luppe. Originalmente publicado na revista Paraquedas.
 Com alguma frequência se ouve o ditado de que a realidade imita a arte. Lá está mais um pedante, penso logo. O pedante surpreende-se ao ver, em frente dos seus olhos, na normalíssima normalidade, uma qualquer fantasia que só conhecia de um romance ou de um quadro. Uma fantasia de preferência algo bizarra ou doentia, que para o pedante mais valia ter ficado na cabeça do artista.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Ervand Kotchar na colecção Gulbenkian</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-ervand-kotchar-gulbenkian/</link>
      <pubDate>Wed, 01 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-ervand-kotchar-gulbenkian/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Artista de origem arménia, Ervand Kotchar (1899&amp;ndash;1979) teve breve fama no Paris de
entre-guerras graças, sobretudo, às suas &lt;em&gt;peintures dans l’espace&lt;/em&gt;
(pinturas no espaço), resolução original do problema&amp;mdash;eminentemente
vanguardista&amp;mdash;da inclusão do espaço e do tempo na pintura. Expôs ao
lado de alguns dos artistas mais importantes da época, e foi um dos
subscritores originais do &amp;ldquo;Manifesto Dimensionista,&amp;rdquo; de 1936, que
juntava nome como Hans Arp, Francis Picabia, Kandinsky e Duchamp. No
entanto, parte, neste ano, para a Arménia, onde, vítima da perseguição
Estalinista, só voltou a expor nos anos 50. Esquecido nas histórias
das vanguardas parisienses, conseguiu, nas últimas décadas da sua
vida, um grande reconhecimento na Arménia, onde é hoje considerado um
dos expoentes máximos da arte do século XX.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Take it easy your country is disappearing</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-tem-calma-revista4-english/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Apr 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-tem-calma-revista4-english/</guid>
      <description>The collective exhibition &amp;ldquo;Take it easy your country is disappearing,&amp;rdquo; at the Zé dos Bois Gallery (ZdB) between 20 October 2012 and 23 February 2013, was part of a larger programme to celebrate the association&amp;rsquo;s 18 years of activity and thus its &amp;ldquo;coming of age.&amp;rdquo; These years correspond to a remarkable&amp;mdash;and remarkably productive&amp;mdash;longevity on the Portuguese contemporary art scene.1 However, the exhibition&amp;rsquo;s intent was not anthological or retrospective. Rather, it showed works from artists close to the ZdB: from the current resident artists, at the start of their careers, to already established artists who have been working with the ZdB for more than a decade.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Tem calma o teu país está a desaparecer</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-tem-calma-revista4/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Apr 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-tem-calma-revista4/</guid>
      <description>A exposição colectiva &amp;ldquo;Tem calma o teu país está a desaparecer,&amp;rdquo; que ocorreu na Galeria Zé dos Bois (ZdB) entre 20 de Outubro de 2012 e 23 de Fevereiro de 2013, integrava o programa de celebração dos 18 anos de existência desta associação, e a sua consequente &amp;ldquo;passagem à maturidade.&amp;rdquo; Anos que representam uma longevidade singular, e singularmente produtiva, no panorama da arte contemporânea portuguesa.1 Não foi, contudo, uma exposição orientada por uma perspectiva antológica ou retrospectiva, mostrando antes obras de artistas com quem a ZdB tem vindo a estabelecer relações de maior proximidade, desde os actuais residentes nos ateliers, no início do seu percurso, a artistas de nome já estabelecido com que a ZdB trabalha há mais de uma década.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Reuben Nakian na colecção Gulbenkian</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-reuben-nakian-gulbenkian/</link>
      <pubDate>Fri, 01 Mar 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-reuben-nakian-gulbenkian/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Reuben Nakian, um escultor americano de raízes arménias, desenvolveu uma obra marcada pela sensualidade do corpo, através de uma revisitação da mitologia greco-romana, da qual preferiu narrativas voluptuosas como as de Leda e o Cisne, o Rapto de Lucrécia ou o Nascimento de Vénus. Contemporâneo e, nalguns casos, amigo dos mais famosos artistas do Expressionismo Abstrato norte-americano, a sua obra apresenta afinidades com este estilo pictórico baseado na exploração da espontaneidade do gesto, da materialidade do fazer e da abstração de referentes extra-pictóricos, sem contudo com ele se confundir.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Art and politics in the former &#39;Portuguese Colonial Empire.&#39; The monument to Mouzinho de Albuquerque in Lourenço Marques</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-art-and-politics-former-portugues-colonial-empire-riha-journal/</link>
      <pubDate>Thu, 31 Jan 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-art-and-politics-former-portugues-colonial-empire-riha-journal/</guid>
      <description>&lt;p&gt;In 1940, a monument to Mouzinho de Albuquerque is inaugurated in the
former capital of the Portuguese Colony of Mozambique, Lourenço Marques.
The result of a lenghty commissioning process, this homage to one of the
main heroes of the colonial pantheon becomes a center-piece in the many
political rituals which had become common-place during the 1930s. The
concepts of aura and cult value are used to analyse its &amp;ldquo;traditionalist&amp;rdquo;
aesthetics and the role it played in political spectacles, arguing that
it obeys a strategy of representation of the public space as &amp;ldquo;Empire.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Monumentos coloniais em tempos pós-coloniais: o Monumento a Mouzinho de Albuquerque após o fim do Império</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-monumentos-coloniais-tempos-pos-coloniais-chap/</link>
      <pubDate>Wed, 21 Nov 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-monumentos-coloniais-tempos-pos-coloniais-chap/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Resumo e texto publicado nas actas de uma comunicação no IV Congresso de Historiadores de Arte Portuguesa, a 21 de Novembro de 2012, na Fundação Calouste Gulbenkian.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Obras de Antony Gormley na colecção Gulbenkian</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-antony-gormley-gulbenkian/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Nov 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-antony-gormley-gulbenkian/</guid>
      <description>&lt;h1 id=&#34;close-ii-1993&#34;&gt;Close II, 1993&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Close II&lt;/em&gt; [Próximo II] há um corpo que se entrega à terra. O corpo masculino
está, na escultura, por tradição ligado à posição vertical, ereta e
dominadora, mas aqui está em absoluta horizontalidade, numa posição de
extrema vulnerabilidade, onde nem há lugar para a heroicidade da
derrota. Está, assim, nos antípodas da noção do monumento &amp;ndash; não
comemora, nem elogia; não tem rosto, nem a autoridade de um pedestal ou
de um nome.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>André Goezu and works at the Gulbenkian Museum</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-andre-goezu-gulbenkian-english/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Oct 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-andre-goezu-gulbenkian-english/</guid>
      <description>&lt;p&gt;André Goezu (1939) was born in a Jewish family in Antwerp, at the brink of the second World War. He escaped the fate of so many other Jews (among them his father) by living hidden with a host family in the Flemish countryside. Goezu has stated that it was during these years he started to draw, and the particular symbolic world he will later cultivate in his art appears to be rooted in these dark years of his childhood. An example would be the recurring motive of the tree, with its connotations of embeddedness and protection.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Duas gravuras de André Goezu na colecção Gulbenkian</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-andre-goezu-gulbenkian-portugues/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Oct 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-andre-goezu-gulbenkian-portugues/</guid>
      <description>&lt;p&gt;André Goezu (1939, Antuérpia, Bélgica) nasceu numa família judaica de Antuérpia, em vésperas da Segunda Guerra Mundial. Ao contrário do seu pai, morto em Auschwitz, escapou à perseguição Nazi, vivendo escondido no campo numa família de acolhimento. Nesta altura começou a desenhar, e o mundo simbólico particular que Goezu desenvolverá mais tarde radica nestes anos sombrios da infância. Exemplo é o recorrente motivo da árvore, que tem para ele uma dimensão de enraizamento e proteção.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Biografia de Sarah Affonso</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-sarah-affonso-gulbenkian/</link>
      <pubDate>Sun, 01 Jul 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-sarah-affonso-gulbenkian/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A vida de Sarah Affonso teve uma relação
particular com a sua obra. Foram poucas as mulheres que souberam
transpor em Portugal as barreiras sociais à afirmação das mulheres como
artistas nas primeiras décadas do século XX. Foi a primeira mulher a
frequentar, contra todas as convenções, o café Brasileira, no Chiado, o que ilustra não só os preconceitos do seu tempo mas também o espírito
independente com que os encarava. Mas se, por um lado, o tempo em que
viveu condicionou o seu percurso artístico, foram também as suas
vivências e memórias que usou como matéria-prima da sua arte. Foi a
partir da sua própria vida &amp;ndash; da infância e dos laços de amizade e amor &amp;ndash; que construiu uma linguagem e uma temática próprias.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Parachutist No. 2 (1963), de Allen Jones</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-allen-jones-parachutist-gulbenkian/</link>
      <pubDate>Sun, 01 Jul 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-allen-jones-parachutist-gulbenkian/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esta obra de Allen Jones integra as pesquisas formais e plásticas sobre a representação que desenvolveu a partir da sua prática docente. Partindo de um dado motivo, o seu trabalho do início dos anos 60 desenrola-se em séries onde explora temas como a representação do movimento, a conjugação das cores e a eficácia da imagem. Logo na primeira série sobre os autocarros londrinos, iniciada em 1962, começa a utilizar formatos irregulares, tal como acontece em &lt;em&gt;Parachutist No. 2&lt;/em&gt; [Paraquedista N.º 2]. Com isto, buscava reconduzir o quadro à sua materialidade, eliminando quaisquer sugestões de um espaço virtual além da tela. Não abdicava, contudo, da figuração de referências à realidade. Estes trabalhos são assim &amp;ldquo;imagens-objetos&amp;rdquo;, construídos a partir de um equilíbrio incerto entre representação e materialidade, forma e cor.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Textos para o Rodrigo</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-rodrigo-private-lives/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Mar 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-rodrigo-private-lives/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Três textos para exposições de Rodrigo Bettencourt, escritos sob pseudonímio.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Que mundo o de Thomas Struth?</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-mundo-thomas-struth/</link>
      <pubDate>Tue, 24 Jan 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-mundo-thomas-struth/</guid>
      <description>Sobre a retrospectiva de Thomas Struth, no Serralves de 28 de Outubro de 2011 a 29 de Janeiro de 2012. O folheto da exposição está disponível aqui.
É uma exposição que permite (pela primeira vez, segundo o museu) um olhar compreensivo sobre a sua carreira, cobrindo fotografias de 1978 a 2010. Foram as obras de grande formato da série dos museus, das últimas duas décadas, que mais me chamaram a atenção, e que são objecto deste texto.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Monumentalidade e espaço público em Lourenço Marques nas décadas de 1930 e 1940</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-monumentalidade-espaco-publico-lourenco-marques/</link>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-monumentalidade-espaco-publico-lourenco-marques/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Article-lenght summary of my master thesis, published in &lt;em&gt;On the w@terfront&lt;/em&gt; 20 (January 2012), &lt;a href=&#34;http://www.raco.cat/index.php/Waterfront/issue/view/18635&#34;&gt;http://www.raco.cat/index.php/Waterfront/issue/view/18635&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abstract&lt;/strong&gt;: Lourenço Marques, actual Maputo (Mozambique), is subjected to a series of aesthetic interventions in its public space during the 1930s e 1940s. These seek to &amp;ldquo;monumentalize&amp;rdquo; and &amp;ldquo;portugalize&amp;rdquo; the city, responding to its recently acquired status as capital of the Colony. Two monuments appear as especially important and exemplary: the &lt;em&gt;Padrão de Guerra&lt;/em&gt;, a lately built First War memorial (1935), and the monument to the hero of the &amp;ldquo;pacification campaigns&amp;rdquo; of the 1890s, Mouzinho de Albuquerque (1940).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>A memória da violência (Roberto Huarcaya)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2011-memoria-violencia-roberto-huarcaya/</link>
      <pubDate>Fri, 02 Dec 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2011-memoria-violencia-roberto-huarcaya/</guid>
      <description>Está no Palácio Galveias a mostra de fotografias do peruano Roberto Huarcaya, intitulada “Violência subtil”, até ao dia 15 de Janeiro de 2012. Contém trabalhos recentes, de 2009 a 2011. São 28 fotografias de grande formato mais três vídeos, segundo a folha de sala (a minha contagem mental falhou-me nos vídeos, só me lembro de dois).
A instalação favorece um tipo de leitura que parte da sua presença num espaço concreto, de um percurso e uma leitura que daí possa decorrer.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>As transformações do espaço público, segundo Daniel Innerarity</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2011-daniel-innerarity-novo-espaco-publico/</link>
      <pubDate>Fri, 02 Dec 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2011-daniel-innerarity-novo-espaco-publico/</guid>
      <description>Um dos mais acessíveis relatos sobre as transformações contemporâneas do espaço público é El nuevo espacio público (2006), do filósofo espanhol Daniel Innerarity (há uma tradução portuguesa de Manuel Ruas, O novo espaço público, Teorema, 2010). O seu interesse principal consiste no carácter exaustivo mas sintético com que mapeia todas as grandes questões com que o entendimento do espaço público hoje se debate. Este livro retomou e aprofundou um capítulo, intitulado “Os novos espaços públicos”, de La sociedad invisible (2004, igualmente com tradução de M.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Monumentalidade e espaço público em Lourenço Marques nas décadas de 1930 e 1940: dois casos de estudo</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2011-monumentalidade-espaco-publico-lourenco-marques/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Sep 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abstract&lt;/strong&gt;: Lourenço Marques, actual Maputo (Mozambique), is subjected to a series of aesthetic interventions in its public space during the 1930s e 1940s. These seek to &amp;ldquo;monumentalize&amp;rdquo; and &amp;ldquo;portugalize&amp;rdquo; the city, responding to its recently acquired status as capital of the Colony. Two important monuments appear as especially important and exemplary: the &lt;em&gt;Padrão de Guerra&lt;/em&gt;, a first war memorial (1935), and the monument to the hero of the &amp;ldquo;pacification campaigns&amp;rdquo; of the 1890s, Mouzinho de Albuquerque (1940). Around these monuments, a large number of commemorative and celebrative practices is developed. Such practices posit the monument as a &amp;ldquo;national allegory&amp;rdquo; and reproduce, in the context of a modern city, auratic and cult values. As such, they add an important dimension to the monument’s role in the authoritarian reformulation of the city’s public space as an &amp;ldquo;imperial&amp;rdquo; space, as well as in the putative hegemonization of the representations of the community imagined as a &amp;ldquo;Nation.&amp;rdquo; They allow, therefore, to approach the political-ideological use and utility of the monument within the organization of public space.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>A Fortaleza da N.S.ª dos Prazeres</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-fortaleza-prazeres-iguatemi/</link>
      <pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma abordagem a partir d&amp;rsquo;&lt;em&gt;O Engenheiro Português&lt;/em&gt; de Manuel de Azevedo Fortes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/fortaleza-iguatemi.jpg&#34; alt=&#34;Planta da Fortaleza da N.S.ª dos Prazeres&#34; title=&#34;Planta da Fortaleza da N.S.ª dos Prazeres, pormenor&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trabalho dos tempos universitários sobre a Fortaleza de N.S.ª dos Prazeres, no Brazil, também chamada de Iguatemi, nome do rio junto do qual foi erguida. A fortaleza é analisada a partir do influente tratado &lt;em&gt;O Engenheiro Português&lt;/em&gt;, composto por dois grossos tomos que abrangem todas as áreas ligadas à fortificação e pensado para acompanhar o ensino administrado nas Aulas de Fortificação em Lisboa.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Imagem e corpo da Rainha Santa: Uma leitura iconográfica relacional do túmulo de D. Isabel</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-imagem-corpo-rainha-santa/</link>
      <pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Um trabalho antigo dos tempos universitários.
 A Natureza e as lendas permanecem iguais no tempo e na memória dos homens; os monumentos, porém, que são narrativas em laudes de calcário, alvo ou corado, a cada século que passa contam se como os velhos que viram tombar muitas gerações. (V. Correia, 1946, p. 380)
 Introdução: corpo e imagem  Des images médiévales, on dira qu’elles sont dans l’histoire. Non parce qu’elles reflètent la réalité ou témoignent des mentalités d’une époque, mais parce qu’elles sont engagées dans des actes sociaux et qu’elles contribuent à nouer des interactions entre les hommes, comme entre la terre et le ciel, tout en créant des configurations signifiantes singulières.</description>
    </item>
    
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      <title>Um monumento régio para Belém do Pará: O projecto e a polêmica</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-monumento-regio-belem-para/</link>
      <pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Trabalho antigo dos tempos universitários, que arquivo aqui por propor uma leitura que possa interessar ao ocasional estudioso do tema.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>A Iconologia segundo Hans Belting</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-iconologia-hans-belting/</link>
      <pubDate>Tue, 11 May 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Recensão de “Image, Medium, Body: A New Approach to Iconology,” in Critical Inquiry 31 (Winter 2005).
Neste artigo, o autor parte de insuficiências das teorias da imagem existentes, por não atenderem à relação íntima entre imagem mental e física e a interacção entre elas; por isso, conclui a necessidade de uma concepção global e operativa da imagem, válida tanto para o presente como o passado, que parte de uma abordagem que define como antropológica e cujo centro é a prática das imagens, a sua actualização através da utilização pelo espectador.</description>
    </item>
    
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      <title>A Iconologia segundo Erwin Panofsky</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-iconologia-panofsky/</link>
      <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Breve discussão do método iconológico como foi definido por Erwin Panofsky em dois textos metodológicos fundamentais na historiografia da arte. A primeira versão do texto que define este método faz parte da introdução do livro Studies in Iconology: Humanistic Themes in the Art of the Renaissance (1932, a edição utilizada é Oxford: Westview Press, 1972, pp. 3-17), algo reescrita para o seu livro Meaning in the Visual Arts de 1955 (foi utilizada a tradução portuguesa, “Iconografia e Iconologia: uma introdução ao estudo da arte do renascimento”, O Significado nas Artes Visuais, Lisboa: Ed.</description>
    </item>
    
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