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    <title>books on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</title>
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    <description>Recent content in books on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</description>
    <generator>Hugo -- gohugo.io</generator>
    <language>en</language>
    <copyright>Gerbert Verheij</copyright>
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      <title>Projecto Ruínas: Dois livros para celebrar 18 anos de teatro</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-projecto-ruinas-livros-teatro-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;No dia 24 de Março o Projecto Ruínas, estrutura de criação teatral sediada em Montemor-o-Novo, celebrou os primeiros 18 anos de existência, chegada à maioridade que é assinalada pela edição de dois livros. Um comemora o percurso feito, outro aponta para novos caminhos.&lt;/p&gt;</description>
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      <title>20 anos de Oficinas num Convento</title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jan 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>A 16 de Dezembro do ano findo as Oficinas do Convento lançaram um livro e um filme, ambos com o título 20 Anos de Oficinas num Convento, para lembrar e celebrar os primeiros vinte anos de actividade da Associação, criada em 1996. Frutos de uma campanha de angariação realizada em 2016 entre colaboradores e amigos, são o resultado de um mergulho a fundo pelos arquivos da associação e as memórias de fundadores, colaboradores e acompanhantes.</description>
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      <title>Porquê (ainda) fazer crítica da arte?</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-fazer-critica-arte-revista/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Dec 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Ensaio-resenha de &lt;em&gt;Arte. Crítica. Política&lt;/em&gt;.&lt;br&gt;
Organização de Nuno Crespo.&lt;br&gt;
Tinta-da-china, 2016, 269 p.&lt;br&gt;
ISBN: 978-98-9671-329-4&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Manual de Iniciação à Cerâmica, de Ana João Almeida</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-manual-ceramica-ana-joao-almeida-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Sep 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Em Julho passado foi lançado em Montemor-o-Novo o Manual de Iniciação à Cerâmica, da autoria de Ana João Almeida. É um objecto singular, fruto de uma investigação pessoal de uma década, sistematizada nos últimos anos pela autora nas Oficinas da Cerâmica e da Terra (Oficinas do Convento), onde entre outros tem dado um Curso de Cerâmica. O livro traz a marca deste percurso: sente-se que a prática validou os conhecimentos e orientou a sua organização numa linguagem directa, segura e acessível.</description>
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      <title>Resenha de Arte e comunidade (2016)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-resenha-hugo-cruz-arte-comunidade/</link>
      <pubDate>Tue, 18 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Há já um ano ou mais que a volumosa obra Arte e comunidade (Fundação Calouste Gulbenkian, 2016), coordenada por Hugo Cruz, aguardava olhar atento num canto da prateleira. Eis o dia, admitindo desde logo que o que aqui se traz é mais um convite a ler que uma resenha minimamente à altura dos conteúdos do livro, riquíssimo.
Uma forma de apresentar o livro é dizer que a iniciativa é da PELE (&amp;lt;www.</description>
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      <title>Conversa à volta da Imago</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-conversa-imago-revista/</link>
      <pubDate>Sat, 01 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Desde 2010 a colecção Imago tem traduzido para português autores incontornáveis para o pensamento contemporâneo no âmbito da “imagem”. Se hoje nomes como Georges Didi-Huberman, Victor I. Stoichita ou Hans Belting soam familiares, parte do crédito sem dúvida lhe pertence. A colecção surge pela mão de três entusiastas da imagem, João Figueira, Marta Mestre e Vítor Silva. Inicialmente o projecto editorial foi acolhido pela Dafne, a editora de arquitectura portuense. Ali aparecem entre 2010 e 2011 &lt;em&gt;Estética e política: A partilha do sensível&lt;/em&gt;, de Jacques Rancière, &lt;em&gt;O que nós vemos, O que nos olha&lt;/em&gt;, de Georges Didi-Huberman, e &lt;em&gt;A verdadeira imagem&lt;/em&gt;, de Hans Belting. Estes três autores estavam a ganhar visibilidade em Portugal: Rancière e Didi-Huberman participaram nas conferências de &lt;em&gt;A República por vir&lt;/em&gt;, na Gulbenkian, em Novembro de 2010; em Março de 2011 a própria Imago trouxe Rancière e Belting a uma concorrida conferência na Culturgest; o último fez ainda uma conferência no Carpe Diem Arte e Pesquisa.&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Marcelo Expósito. Conversación com Manuel Borja-Villel (resenha do livro)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-marcelo-exposito-conversacion-manuel-borja-punkto/</link>
      <pubDate>Wed, 20 Jul 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>A partir do livro “Marcelo Expósito. Conversación con Manuel Borja-Villel” (Madrid: Ediciones Turpial., 2015) este texto defende a necessidade de um projecto comum, crítico e comprometido, para a cultura portuguesa. Entre resenha e ensaio, pretende contribuir para um pensamento político da cultura em Portugal.
Texto publicado na Punkto.</description>
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      <title>Variações sobre uma manobra</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-variacoes-manobra-perejaume-revista/</link>
      <pubDate>Fri, 01 Apr 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/maniobra-perejaume-mnac.jpg&#34; alt=&#34;Mãos de Miró, de autor anónimo e da Gigante de Olot na exposição Maniobra de Perejaume&#34; title=&#34;Uma manobra a vários mãos. Mãos de Miró, de autor anónimo e da Gigante de Olot na exposição Maniobra de Perejaume, no Museu Nacional d&#39;Art de Catalunya. Fotografia: Marta Mérida.&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resenha-ensaio do livro &lt;em&gt;Mareperlers i ovaladors&lt;/em&gt; (Barcelona: Museu Nacional d&amp;rsquo;Art de Catalunya e Edicions 62, 2014), de Perejaume, publicado na &lt;em&gt;Re·Vis·Ta&lt;/em&gt; 1 (Abril de 2016).&lt;/p&gt;</description>
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      <title>As transformações do espaço público, segundo Daniel Innerarity</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2011-daniel-innerarity-novo-espaco-publico/</link>
      <pubDate>Fri, 02 Dec 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Um dos mais acessíveis relatos sobre as transformações contemporâneas do espaço público é El nuevo espacio público (2006), do filósofo espanhol Daniel Innerarity (há uma tradução portuguesa de Manuel Ruas, O novo espaço público, Teorema, 2010). O seu interesse principal consiste no carácter exaustivo mas sintético com que mapeia todas as grandes questões com que o entendimento do espaço público hoje se debate. Este livro retomou e aprofundou um capítulo, intitulado “Os novos espaços públicos”, de La sociedad invisible (2004, igualmente com tradução de M.</description>
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      <title>A Iconologia segundo Hans Belting</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-iconologia-hans-belting/</link>
      <pubDate>Tue, 11 May 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Recensão de “Image, Medium, Body: A New Approach to Iconology,” in Critical Inquiry 31 (Winter 2005).
Neste artigo, o autor parte de insuficiências das teorias da imagem existentes, por não atenderem à relação íntima entre imagem mental e física e a interacção entre elas; por isso, conclui a necessidade de uma concepção global e operativa da imagem, válida tanto para o presente como o passado, que parte de uma abordagem que define como antropológica e cujo centro é a prática das imagens, a sua actualização através da utilização pelo espectador.</description>
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      <title>A Iconologia segundo Erwin Panofsky</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-iconologia-panofsky/</link>
      <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Breve discussão do método iconológico como foi definido por Erwin Panofsky em dois textos metodológicos fundamentais na historiografia da arte. A primeira versão do texto que define este método faz parte da introdução do livro Studies in Iconology: Humanistic Themes in the Art of the Renaissance (1932, a edição utilizada é Oxford: Westview Press, 1972, pp. 3-17), algo reescrita para o seu livro Meaning in the Visual Arts de 1955 (foi utilizada a tradução portuguesa, “Iconografia e Iconologia: uma introdução ao estudo da arte do renascimento”, O Significado nas Artes Visuais, Lisboa: Ed.</description>
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