<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
  <channel>
    <title>ceramics on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</title>
    <link>http://www.paper-cloud.net/archive/tags/ceramics/</link>
    <description>Recent content in ceramics on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</description>
    <generator>Hugo -- gohugo.io</generator>
    <language>en</language>
    <copyright>Gerbert Verheij</copyright>
    <lastBuildDate>Sun, 15 Apr 2018 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
    
	<atom:link href="http://www.paper-cloud.net/archive/tags/ceramics/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml" />
    
    
    <item>
      <title>Arte contemporânea? Duas exposições e um filme</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-arte-contemporanea-filme-exposicoes-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-arte-contemporanea-filme-exposicoes-folha-montemor/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O que é a arte contemporânea? Para quem se aventurou ao Cine-Clube no dia 15 de Março “O Quadrado”, do realizador sueco Ruben Östlund, deu uma resposta. O filme traz ao ecrã alguns dias atribulados na vida de um curador de um fictício centro de arte contemporânea sueco. No filme a arte servia de cínico reflexo de uma sociedade cega pelas suas próprias boas intenções, mas estão lá todos os males que se podem associar à etiqueta de “arte contemporânea”: a vacuidade do discurso “profundo”, a ligação pouco salutar ao dinheiro, a cegueira de uma elite que constantemente reivindica preocupações sociais. A arte contemporânea é tudo isto, mas não só, felizmente. E assim temos o mote para falar de duas exposições aqui perto que dão outras versões do que é ou pode ser arte hoje.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Bandeirinhas de terra ao vento</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-bandeirinhas-terra-vento-maja-escher-mastro-monte-caparica/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-bandeirinhas-terra-vento-maja-escher-mastro-monte-caparica/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Texto escrito para a exposição de arte participativa &amp;ldquo;Mastro do Monte&amp;rdquo;, que esteve na Biblioteca Maria Lamas, no Monte da Caparica, de 24 de Março a 21 de Abril de 2018. O texto foi impresso num caderno que também incluía o conto &amp;ldquo;A menina de todas as cores.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Manual de Iniciação à Cerâmica, de Ana João Almeida</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-manual-ceramica-ana-joao-almeida-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Sep 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-manual-ceramica-ana-joao-almeida-folha-montemor/</guid>
      <description>Em Julho passado foi lançado em Montemor-o-Novo o Manual de Iniciação à Cerâmica, da autoria de Ana João Almeida. É um objecto singular, fruto de uma investigação pessoal de uma década, sistematizada nos últimos anos pela autora nas Oficinas da Cerâmica e da Terra (Oficinas do Convento), onde entre outros tem dado um Curso de Cerâmica. O livro traz a marca deste percurso: sente-se que a prática validou os conhecimentos e orientou a sua organização numa linguagem directa, segura e acessível.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Como habitar um corpo sem órgãos (para a Liliana)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-liliana-velho-habitar-corpo-sem-orgaos/</link>
      <pubDate>Sat, 15 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-liliana-velho-habitar-corpo-sem-orgaos/</guid>
      <description>Na Oficinas do Convento, ao fundo do claustro, pendura-se um corpo sem órgãos. Ficou só o contorno dos membros, desenhados a cerâmica. Um rosto de sono tranquilo contempla – de olhos fechados – um céu branco de estrelas azuis: são dezenas de pequeníssimos pratos vidrados que cintilam contra o branco deslavado dum arco do claustro, sob os quais se aninha um discreto assento, propício para a meditação ou o namoro.</description>
    </item>
    
  </channel>
</rss>