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    <title>exhibitions on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</title>
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    <description>Recent content in exhibitions on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</description>
    <generator>Hugo -- gohugo.io</generator>
    <language>en</language>
    <copyright>Gerbert Verheij</copyright>
    <lastBuildDate>Thu, 01 Nov 2018 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
    
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      <title>Geração, de Constança Clara</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-edge-arts-geracao-constanca-clara/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Nov 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Texto para a folha de sala da exposição &lt;em&gt;Geração&lt;/em&gt;, de Constança Clara, que teve lugar na galeria Edge-Arts no Espaço Amoreiras (Lisboa), de 1 de Novembro a 14 de Dezembro de 2018.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/2018-12-expo-constanca-clara.jpg&#34; alt=&#34;Obra de Constança Clara na exposição Geração&#34; title=&#34;Obra de Constança Clara na exposição Geração&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Com ou sem Chapéu</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-retratos-renata-bueno-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Mon, 15 Oct 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Na Galeria Municipal pode ser vista, até ao fim de Outubro, a exposição Com ou sem Chapéu?, da artista plástica Renata Bueno. Quem leva o chapéu, ou não, são os modelos da artista, pessoas de idade de Foros de Vale Figueira onde a Renata foi viver há pouco mais que dois anos. Durante largos meses visitou lares e casas para conhecer esta população, voltou uma e outra vez, e tirou-lhes dezenas de retratos.</description>
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      <title>A Cidade PreOcupada</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-cidade-preocupada-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Na primeira quinzena de Julho teve lugar a décima edição do festival Cidade PreOcupada, organizado pelas Oficinas do Convento, desta vez concentrada em 15 dias intensos. O festival trouxe oficinas, concertos, performances, residências artísticas e exposições, e aventurou-se para fora da cidade, abrindo o programa em Casa Branca.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>O Montado no Convento, de Manuel Casa Branca</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-montado-convento-manuel-casa-branca-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;No Espaço do Tempo, no Convento da Saudação, está patente até ao fim de Agosto a exposição Montado no Convento, do pintor Manuel Casa Branca, bem conhecida nestas páginas. No claustro mostra paisagens de grande formato (160 x 100 cm na maior parte), com papel principal para os sobreiros, com as suas poses serenas e impertubäveis numa paisagem que muda a cada raio de sol ou sopro de vento ou se imobiliza sob o sol inclemente.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Autocolantes de Abril, no Arquivo Municipal</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-autocolantes-abril-arquivo-municipal-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Tue, 15 May 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Até ao fim deste mês de Maio está no Arquivo Municipal a exposição “De autocolante ao peito. Uma liberdade conquistada.” A exposição mostra as cinco centenas de autocolantes à volta do 25 de Abril e a sua herança, coleccionados por Laurentino dos Reis e – iniciativa cívica louvável – doados ao Arquivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/autocolantes/geral.jpg&#34; alt=&#34;Autocolantes de Abril no Arquivo Municipal&#34; title=&#34;Autocolantes de Abril em exposição. Colecção Laurentino dos Reis, Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo.&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Cardume 2, de Jorge Leal, na Galeria Municipal</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-cardume-jorge-leal-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Tue, 15 May 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Até ao fim deste mês de Maio Jorge Leal apresenta, na Galeria Municipal, desenhos. Um desenho omnívoro que se alimenta tanto da tradição própria desta disciplina, antanho considerada a mãe das artes, como do universo do cartoon, do imaginário sexual, da ruína e do inacabado, da inesgotável nuvem de imagens em que hoje em dias no movemos. Cardume de imagens, portanto, mas onde nós estamos no centro. Há uma óbvia presença do desejo que acaba por organizar a profusão de temas e abordagens.</description>
    </item>
    
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      <title>Arte contemporânea? Duas exposições e um filme</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-arte-contemporanea-filme-exposicoes-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;O que é a arte contemporânea? Para quem se aventurou ao Cine-Clube no dia 15 de Março “O Quadrado”, do realizador sueco Ruben Östlund, deu uma resposta. O filme traz ao ecrã alguns dias atribulados na vida de um curador de um fictício centro de arte contemporânea sueco. No filme a arte servia de cínico reflexo de uma sociedade cega pelas suas próprias boas intenções, mas estão lá todos os males que se podem associar à etiqueta de “arte contemporânea”: a vacuidade do discurso “profundo”, a ligação pouco salutar ao dinheiro, a cegueira de uma elite que constantemente reivindica preocupações sociais. A arte contemporânea é tudo isto, mas não só, felizmente. E assim temos o mote para falar de duas exposições aqui perto que dão outras versões do que é ou pode ser arte hoje.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Bandeirinhas de terra ao vento</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-bandeirinhas-terra-vento-maja-escher-mastro-monte-caparica/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Texto escrito para a exposição de arte participativa &amp;ldquo;Mastro do Monte&amp;rdquo;, que esteve na Biblioteca Maria Lamas, no Monte da Caparica, de 24 de Março a 21 de Abril de 2018. O texto foi impresso num caderno que também incluía o conto &amp;ldquo;A menina de todas as cores.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Um retrato de Fernando Vijande, na Fundación Suñol (crónica)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-retrato-fernando-vijande-fundacion-sunol/</link>
      <pubDate>Wed, 31 Jan 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;É uma exposição curiosa, esta da &lt;a href=&#34;http://www.fundaciosunol.org/es/event/fernando-vijande19711986/&#34;&gt;Fundación Suñol&lt;/a&gt;, que traça um retrato dessa figura importante mas muitas vezes pouco visível que é o galerista. A actividade de Fernando Vijande (1930&amp;ndash;1986) começou em 1971, na galeria Vandrés, em Madrid; em 1981 abre a galeria Vijande, na mesma cidade, a cuja actividade a morte do galerista põe fim. O tempo coincide, portanto, com os tempos da transição da ditadura para a democracia em Espanha e toda a agitação cultural e artística da altura. Da censura à primeira exposição que organizou, &amp;ldquo;Eros y el arte actual en España,&amp;rdquo; em 1971, à apoteótica mostra de Andy Warhol, em 1983.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/2018_01_7_Fernando-Vijande.jpg&#34; alt=&#34;Retrato de Fernando Vijande&#34; title=&#34;Retrato de Fernando Vijande por Alberto García Alix.&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Lobo, de Ricardo Pires, na Galeria Municipal</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-lobo-ricardo-pires-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Dec 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Na &lt;em&gt;Folha de Montemor&lt;/em&gt; de Dezembro, &amp;ldquo;Lobo&amp;rdquo;, de Ricardo Pires.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/2017_FdM-12_Ricardo-Pires.jpg&#34; alt=&#34;Ricardo Pires, Sem Título, 2017&#34; title=&#34;Ricardo Pires, &#39;Sem Título&#39;, 2017, grafite e guache sobre papel, 95 x 70 cm, https://ricardopires.net&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Sonosculturas na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-sonosculturas-nuno-rebelo-galeria-municipal-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Nov 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Durante duas semanas, dois ruidosos animais de cerâmica davam as boas-vindas aos visitantes da Galeria Municipal. Resgatados (ou raptados) de um dos pacatos canteiros do claustro do Convento de São Francisco, foram dotadas de alto-falantes no lugar das cabeças. Reproduziam com súbitas vibrações sons surpreendentes (tratava-se de gravações de uma ripa de madeira tocada com arco de violino). Lá dentro, a exposição – que ocupava todos os espaços da galeria, sem desdenhar a casa de banho ou o vão-de-escada do bar – rapidamente nos envolvia.</description>
    </item>
    
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      <title>Rastro, de Sara Belo</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-rastro-sara-belo-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Oct 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Acaba de encerrar a exposição de Sara Belo na Galeria Municipal, patente desde 9 de Setembro. A jovem artista, actualmente doutoranda na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, mostrou trabalhos em desenho, dos quais se destacava uma série de oito desenhos de grande formato de vistas do solo, paisagens horizontais de ervas, vagens, folhas, palha, tudo perscrutado de perto e registado com minúcia em grafite e aguadas. Nestes desenhos mil manchas escuras criam uma trama vegetal estranhamente desolada, uma natureza quase sem vida onde por vezes há o rastro da passagem de um corpo ou de um peso.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Como habitar um corpo sem órgãos (para a Liliana)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-liliana-velho-habitar-corpo-sem-orgaos/</link>
      <pubDate>Sat, 15 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Na Oficinas do Convento, ao fundo do claustro, pendura-se um corpo sem órgãos. Ficou só o contorno dos membros, desenhados a cerâmica. Um rosto de sono tranquilo contempla – de olhos fechados – um céu branco de estrelas azuis: são dezenas de pequeníssimos pratos vidrados que cintilam contra o branco deslavado dum arco do claustro, sob os quais se aninha um discreto assento, propício para a meditação ou o namoro.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Um apanhado da PreOcupada</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-apanhado-preocupada-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Sat, 15 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>A Cidade PreOcupada, evento cultural das Oficinas do Convento, ocupou entre 14 de Junho e 9 de Julho os espaços de Montemor. Aqui um breve registo das exposições e instalações que trouxe à cidade.
21 de Junho, Galeria Municipal. Liliana Velho abre o seu mundo de corpos de mulher em fragmentos, de corações espetados, ossos tagarelas, pés abandonados, flores secas e pentes de todos os feitios, tudo desenhado a cerâmica em todas as cores do barro.</description>
    </item>
    
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      <title>Madonas, de Beatriz Manteigas</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-beatriz-manteigas-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Mon, 15 May 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Beatriz Manteigas mostra as suas “Madonas” na Galeria Municipal até ao dia 26 de Maio. São sete obras de grande formato, a pastel de óleo sobre tela, mais uma dúzia de desenhos sobre papel de corpos de mulher.
Embora o título remeta para um género tradicional de representação da Virgem Maria, as mulheres bem terrenas de Beatriz Manteigas não precisam de filho (santo ou outro) para reivindicar um lugar na imagem.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Ecúmena, de Sérgio Bilou Carronha</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-ecumena-sergio-carronha-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Mar 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/carronha-ecumena-montemor.jpg&#34; alt=&#34;Sérgio Carronha, Ecúmena, 2017&#34; title=&#34;Sérgio Carronha, Ecúmena, Galeria Municipal de Montemor-o-Novo, 2017. Fotografia: Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem conhece o espaço da galeria há uma primeira surpresa na entrada, que se faz pela primeira porta, normalmente fechada. Depois, lá dentro, uma grande construção em cana e ramos de eucalipto dá por momentos a ideia de que estamos num lugar maior – e mais opaco – do que nos lembrávamos.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Mergulhar no sono, de Virgínia Fróis</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-mergulhar-sono-virgina-frois/</link>
      <pubDate>Tue, 15 Nov 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>No vestíbulo da Galeria Municipal, dois vasos pendurados. Um contém água; o outro terra com uma silva plantada. Circunscrevem o início e o fim da obra: água que dá o barro e a vida, silvas que reclamam de volta à terra todo o labor da nossa mão. Que labor? Aqui, há algo de agarrar o nada do sonho pela mais terrena das artes. Um pequeno pormenor junto de uma das peças insinua-o: um punhado de terra – o vazio da mão fechada – agarrada e atirada ao fogo.</description>
    </item>
    
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      <title>Todo o património é poesia, no Fórum Eugénio Almeida</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-todo-patrimonio-poesia-forum-eugenio-almeida/</link>
      <pubDate>Mon, 15 Aug 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Todo o património é poesia? Visto da arte contemporânea a resposta é sim, de acordo com Filipa Oliveira, curadora da exposição com este título que está no Fórum Eugénio Almeida em Évora até ao dia 28 deste mês. Com o título a curadora quis sublinhar como o património é sempre o resultado imprevisível de um olhar sobre o mundo que nos rodeia. Olhar, discurso ou ficção, património é uma noção ambígua, que se alimenta de vestígios de um passado para projectar uma identidade capaz de abranger o presente.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Resistência, de Ana Almeida Pinto</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-resistencia-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Jul 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-resistencia-folha-montemor/</guid>
      <description>Dentro da programação da Cidade (Pre)Ocupada, organizada pelas Oficinas do Convento, uma série de exposições vão ocupando a Galeria Municipal. Relatamos aqui as nossas impressões da primeira, Resistência, que entre os dias 15 e 21 de Junho apresentava os resultados da residência da artista portuense Ana Almeida Pinto nas Oficinas.
Na entrada da Galeria umas estranhas e intrigantes formas, como se de folhados de chocolate se tratassem, abriam o apetite. Os folhadinhos mais não são que pedaços de xisto que a artista trouxe dos lados do Porto e expôs a altas temperatura (à volta de 1100º C), nos fornos do Telheiro.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Variações sobre uma manobra</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-variacoes-manobra-perejaume-revista/</link>
      <pubDate>Fri, 01 Apr 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/maniobra-perejaume-mnac.jpg&#34; alt=&#34;Mãos de Miró, de autor anónimo e da Gigante de Olot na exposição Maniobra de Perejaume&#34; title=&#34;Uma manobra a vários mãos. Mãos de Miró, de autor anónimo e da Gigante de Olot na exposição Maniobra de Perejaume, no Museu Nacional d&#39;Art de Catalunya. Fotografia: Marta Mérida.&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resenha-ensaio do livro &lt;em&gt;Mareperlers i ovaladors&lt;/em&gt; (Barcelona: Museu Nacional d&amp;rsquo;Art de Catalunya e Edicions 62, 2014), de Perejaume, publicado na &lt;em&gt;Re·Vis·Ta&lt;/em&gt; 1 (Abril de 2016).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Museu Nacional d&#39;Art de Catalunya – Apresentação da Arte Moderna</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-museu-nacional-art-catalunya-arte-moderna/</link>
      <pubDate>Tue, 15 Mar 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-museu-nacional-art-catalunya-arte-moderna/</guid>
      <description>Esta resenha de exposição foi proposta, antes da breve declamação da independência da Catalunha, para uma revista scientífica portuguesa dedicada aos museus, onde aparentemente ficou esquecida numa gaveta. Passados quase três anos, e já desactualizada no que toca ao contexto político referido no texto, fica aqui arquivado, entre outros porque foi para mim, na altura, uma reflexão de alguma importância.
 Quais as possibilidades de um olhar crítico sobre os relatos feitos da história da arte desde o museu?</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Fazer o ponto, no MACBA</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-fazer-o-ponto-macba-revista4/</link>
      <pubDate>Sat, 01 Mar 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-fazer-o-ponto-macba-revista4/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Arte, dos puntos. Barcelona vive el arte contemporáneo&lt;/em&gt;. Museu d&amp;rsquo;Art
Contemporani de Barcelona (MACBA), Julho de 2013 &amp;ndash; Janeiro de 2014.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;L&amp;rsquo;art és una pregunta sense resposta (Àlex)&lt;br&gt;
L&amp;rsquo;art és una cosa que fa qualsevol i ningú entén (Pablo)&lt;br&gt;
L&amp;rsquo;art és poc democratitzador i eternament adolescent (Agustí)&lt;br&gt;
El arte es excelente (Sergio)&lt;br&gt;
El arte es basura (Marev)&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;ndash; Respostas preenchidas por visitantes à pergunta &amp;ldquo;A arte é &amp;hellip;&amp;quot;&lt;sup id=&#34;fnref:1&#34;&gt;&lt;a href=&#34;#fn:1&#34; class=&#34;footnote-ref&#34; role=&#34;doc-noteref&#34;&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Making up a point, at the MACBA</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2014-fazer-o-ponto-macba-revista4-english/</link>
      <pubDate>Sat, 01 Mar 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Arte, dos puntos. Barcelona vive el arte contemporáneo.&lt;/em&gt; Museu d&amp;rsquo;Art
Contemporani de Barcelona (MACBA), July 2013 &amp;ndash; January 2014.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;L&amp;rsquo;art és una pregunta sense resposta (Àlex)&lt;br&gt;
L&amp;rsquo;art és una cosa que fa qualsevol i ningú entén (Pablo)&lt;br&gt;
L&amp;rsquo;art és poc democratitzador i eternament adolescent (Agustí)&lt;br&gt;
El arte es excelente (Sergio)&lt;br&gt;
El arte es basura (Marev)&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;ndash; Answers provided by visitors to the question &amp;ldquo;Art is &amp;hellip;&amp;quot;&lt;sup id=&#34;fnref:1&#34;&gt;&lt;a href=&#34;#fn:1&#34; class=&#34;footnote-ref&#34; role=&#34;doc-noteref&#34;&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Charters de Almeida: Notas a propósito de uma exposição</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-charters-almeida-exposi%C3%A7%C3%A3o/</link>
      <pubDate>Fri, 21 Jun 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Texto originalmente publicado na revista Paraquedas, sob pseudonímio de Ernesto de Carvalho.
 Qual é a cidade de Charters de Almeida? As seguintes notas propõem alguns pontos de partida para abordar esta pergunta. Partem da exposição Símbolos, vertigens, utopias (Reitoria da Universidade de Lisboa, 11 de Março&amp;ndash;30 de Abril de 2013). Tendo por tema principal as &amp;ldquo;cidades imaginárias&amp;rdquo;1, que o escultor vai projectando e construindo desde a década de 1980, a exposição apresentava obras em suportes variados: da maqueta e escultura de pequena porte ao desenho e simulação digital.</description>
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      <title>Take it easy your country is disappearing</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-tem-calma-revista4-english/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Apr 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>The collective exhibition &amp;ldquo;Take it easy your country is disappearing,&amp;rdquo; at the Zé dos Bois Gallery (ZdB) between 20 October 2012 and 23 February 2013, was part of a larger programme to celebrate the association&amp;rsquo;s 18 years of activity and thus its &amp;ldquo;coming of age.&amp;rdquo; These years correspond to a remarkable&amp;mdash;and remarkably productive&amp;mdash;longevity on the Portuguese contemporary art scene.1 However, the exhibition&amp;rsquo;s intent was not anthological or retrospective. Rather, it showed works from artists close to the ZdB: from the current resident artists, at the start of their careers, to already established artists who have been working with the ZdB for more than a decade.</description>
    </item>
    
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      <title>Tem calma o teu país está a desaparecer</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-tem-calma-revista4/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Apr 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>A exposição colectiva &amp;ldquo;Tem calma o teu país está a desaparecer,&amp;rdquo; que ocorreu na Galeria Zé dos Bois (ZdB) entre 20 de Outubro de 2012 e 23 de Fevereiro de 2013, integrava o programa de celebração dos 18 anos de existência desta associação, e a sua consequente &amp;ldquo;passagem à maturidade.&amp;rdquo; Anos que representam uma longevidade singular, e singularmente produtiva, no panorama da arte contemporânea portuguesa.1 Não foi, contudo, uma exposição orientada por uma perspectiva antológica ou retrospectiva, mostrando antes obras de artistas com quem a ZdB tem vindo a estabelecer relações de maior proximidade, desde os actuais residentes nos ateliers, no início do seu percurso, a artistas de nome já estabelecido com que a ZdB trabalha há mais de uma década.</description>
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      <title>Que mundo o de Thomas Struth?</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-mundo-thomas-struth/</link>
      <pubDate>Tue, 24 Jan 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-mundo-thomas-struth/</guid>
      <description>Sobre a retrospectiva de Thomas Struth, no Serralves de 28 de Outubro de 2011 a 29 de Janeiro de 2012. O folheto da exposição está disponível aqui.
É uma exposição que permite (pela primeira vez, segundo o museu) um olhar compreensivo sobre a sua carreira, cobrindo fotografias de 1978 a 2010. Foram as obras de grande formato da série dos museus, das últimas duas décadas, que mais me chamaram a atenção, e que são objecto deste texto.</description>
    </item>
    
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      <title>A memória da violência (Roberto Huarcaya)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2011-memoria-violencia-roberto-huarcaya/</link>
      <pubDate>Fri, 02 Dec 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2011-memoria-violencia-roberto-huarcaya/</guid>
      <description>Está no Palácio Galveias a mostra de fotografias do peruano Roberto Huarcaya, intitulada “Violência subtil”, até ao dia 15 de Janeiro de 2012. Contém trabalhos recentes, de 2009 a 2011. São 28 fotografias de grande formato mais três vídeos, segundo a folha de sala (a minha contagem mental falhou-me nos vídeos, só me lembro de dois).
A instalação favorece um tipo de leitura que parte da sua presença num espaço concreto, de um percurso e uma leitura que daí possa decorrer.</description>
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