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    <title>sculpture on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</title>
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    <description>Recent content in sculpture on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of writings</description>
    <generator>Hugo -- gohugo.io</generator>
    <language>en</language>
    <copyright>Gerbert Verheij</copyright>
    <lastBuildDate>Thu, 01 Nov 2018 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
    
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      <title>Geração, de Constança Clara</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-exposicao-edge-arts-geracao-constanca-clara/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Nov 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Texto para a folha de sala da exposição &lt;em&gt;Geração&lt;/em&gt;, de Constança Clara, que teve lugar na galeria Edge-Arts no Espaço Amoreiras (Lisboa), de 1 de Novembro a 14 de Dezembro de 2018.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/2018-12-expo-constanca-clara.jpg&#34; alt=&#34;Obra de Constança Clara na exposição Geração&#34; title=&#34;Obra de Constança Clara na exposição Geração&#34;&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Arte contemporânea? Duas exposições e um filme</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-arte-contemporanea-filme-exposicoes-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2018-arte-contemporanea-filme-exposicoes-folha-montemor/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O que é a arte contemporânea? Para quem se aventurou ao Cine-Clube no dia 15 de Março “O Quadrado”, do realizador sueco Ruben Östlund, deu uma resposta. O filme traz ao ecrã alguns dias atribulados na vida de um curador de um fictício centro de arte contemporânea sueco. No filme a arte servia de cínico reflexo de uma sociedade cega pelas suas próprias boas intenções, mas estão lá todos os males que se podem associar à etiqueta de “arte contemporânea”: a vacuidade do discurso “profundo”, a ligação pouco salutar ao dinheiro, a cegueira de uma elite que constantemente reivindica preocupações sociais. A arte contemporânea é tudo isto, mas não só, felizmente. E assim temos o mote para falar de duas exposições aqui perto que dão outras versões do que é ou pode ser arte hoje.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Sonosculturas na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-sonosculturas-nuno-rebelo-galeria-municipal-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Nov 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Durante duas semanas, dois ruidosos animais de cerâmica davam as boas-vindas aos visitantes da Galeria Municipal. Resgatados (ou raptados) de um dos pacatos canteiros do claustro do Convento de São Francisco, foram dotadas de alto-falantes no lugar das cabeças. Reproduziam com súbitas vibrações sons surpreendentes (tratava-se de gravações de uma ripa de madeira tocada com arco de violino). Lá dentro, a exposição – que ocupava todos os espaços da galeria, sem desdenhar a casa de banho ou o vão-de-escada do bar – rapidamente nos envolvia.</description>
    </item>
    
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      <title>Como habitar um corpo sem órgãos (para a Liliana)</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-liliana-velho-habitar-corpo-sem-orgaos/</link>
      <pubDate>Sat, 15 Jul 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Na Oficinas do Convento, ao fundo do claustro, pendura-se um corpo sem órgãos. Ficou só o contorno dos membros, desenhados a cerâmica. Um rosto de sono tranquilo contempla – de olhos fechados – um céu branco de estrelas azuis: são dezenas de pequeníssimos pratos vidrados que cintilam contra o branco deslavado dum arco do claustro, sob os quais se aninha um discreto assento, propício para a meditação ou o namoro.</description>
    </item>
    
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      <title>Ecúmena, de Sérgio Bilou Carronha</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2017-ecumena-sergio-carronha-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Mar 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://www.paper-cloud.net/archive/archive/post/images/carronha-ecumena-montemor.jpg&#34; alt=&#34;Sérgio Carronha, Ecúmena, 2017&#34; title=&#34;Sérgio Carronha, Ecúmena, Galeria Municipal de Montemor-o-Novo, 2017. Fotografia: Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem conhece o espaço da galeria há uma primeira surpresa na entrada, que se faz pela primeira porta, normalmente fechada. Depois, lá dentro, uma grande construção em cana e ramos de eucalipto dá por momentos a ideia de que estamos num lugar maior – e mais opaco – do que nos lembrávamos.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Mergulhar no sono, de Virgínia Fróis</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-mergulhar-sono-virgina-frois/</link>
      <pubDate>Tue, 15 Nov 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>No vestíbulo da Galeria Municipal, dois vasos pendurados. Um contém água; o outro terra com uma silva plantada. Circunscrevem o início e o fim da obra: água que dá o barro e a vida, silvas que reclamam de volta à terra todo o labor da nossa mão. Que labor? Aqui, há algo de agarrar o nada do sonho pela mais terrena das artes. Um pequeno pormenor junto de uma das peças insinua-o: um punhado de terra – o vazio da mão fechada – agarrada e atirada ao fogo.</description>
    </item>
    
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      <title>Resistência, de Ana Almeida Pinto</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-resistencia-folha-montemor/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Jul 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2016-resistencia-folha-montemor/</guid>
      <description>Dentro da programação da Cidade (Pre)Ocupada, organizada pelas Oficinas do Convento, uma série de exposições vão ocupando a Galeria Municipal. Relatamos aqui as nossas impressões da primeira, Resistência, que entre os dias 15 e 21 de Junho apresentava os resultados da residência da artista portuense Ana Almeida Pinto nas Oficinas.
Na entrada da Galeria umas estranhas e intrigantes formas, como se de folhados de chocolate se tratassem, abriam o apetite. Os folhadinhos mais não são que pedaços de xisto que a artista trouxe dos lados do Porto e expôs a altas temperatura (à volta de 1100º C), nos fornos do Telheiro.</description>
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      <title>Charters de Almeida: Notas a propósito de uma exposição</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-charters-almeida-exposi%C3%A7%C3%A3o/</link>
      <pubDate>Fri, 21 Jun 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>Texto originalmente publicado na revista Paraquedas, sob pseudonímio de Ernesto de Carvalho.
 Qual é a cidade de Charters de Almeida? As seguintes notas propõem alguns pontos de partida para abordar esta pergunta. Partem da exposição Símbolos, vertigens, utopias (Reitoria da Universidade de Lisboa, 11 de Março&amp;ndash;30 de Abril de 2013). Tendo por tema principal as &amp;ldquo;cidades imaginárias&amp;rdquo;1, que o escultor vai projectando e construindo desde a década de 1980, a exposição apresentava obras em suportes variados: da maqueta e escultura de pequena porte ao desenho e simulação digital.</description>
    </item>
    
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      <title>Ervand Kotchar na colecção Gulbenkian</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-ervand-kotchar-gulbenkian/</link>
      <pubDate>Wed, 01 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Artista de origem arménia, Ervand Kotchar (1899&amp;ndash;1979) teve breve fama no Paris de
entre-guerras graças, sobretudo, às suas &lt;em&gt;peintures dans l’espace&lt;/em&gt;
(pinturas no espaço), resolução original do problema&amp;mdash;eminentemente
vanguardista&amp;mdash;da inclusão do espaço e do tempo na pintura. Expôs ao
lado de alguns dos artistas mais importantes da época, e foi um dos
subscritores originais do &amp;ldquo;Manifesto Dimensionista,&amp;rdquo; de 1936, que
juntava nome como Hans Arp, Francis Picabia, Kandinsky e Duchamp. No
entanto, parte, neste ano, para a Arménia, onde, vítima da perseguição
Estalinista, só voltou a expor nos anos 50. Esquecido nas histórias
das vanguardas parisienses, conseguiu, nas últimas décadas da sua
vida, um grande reconhecimento na Arménia, onde é hoje considerado um
dos expoentes máximos da arte do século XX.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Reuben Nakian na colecção Gulbenkian</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2013-reuben-nakian-gulbenkian/</link>
      <pubDate>Fri, 01 Mar 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Reuben Nakian, um escultor americano de raízes arménias, desenvolveu uma obra marcada pela sensualidade do corpo, através de uma revisitação da mitologia greco-romana, da qual preferiu narrativas voluptuosas como as de Leda e o Cisne, o Rapto de Lucrécia ou o Nascimento de Vénus. Contemporâneo e, nalguns casos, amigo dos mais famosos artistas do Expressionismo Abstrato norte-americano, a sua obra apresenta afinidades com este estilo pictórico baseado na exploração da espontaneidade do gesto, da materialidade do fazer e da abstração de referentes extra-pictóricos, sem contudo com ele se confundir.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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      <title>Obras de Antony Gormley na colecção Gulbenkian</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2012-antony-gormley-gulbenkian/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Nov 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
      
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      <description>&lt;h1 id=&#34;close-ii-1993&#34;&gt;Close II, 1993&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Close II&lt;/em&gt; [Próximo II] há um corpo que se entrega à terra. O corpo masculino
está, na escultura, por tradição ligado à posição vertical, ereta e
dominadora, mas aqui está em absoluta horizontalidade, numa posição de
extrema vulnerabilidade, onde nem há lugar para a heroicidade da
derrota. Está, assim, nos antípodas da noção do monumento &amp;ndash; não
comemora, nem elogia; não tem rosto, nem a autoridade de um pedestal ou
de um nome.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Imagem e corpo da Rainha Santa: Uma leitura iconográfica relacional do túmulo de D. Isabel</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-imagem-corpo-rainha-santa/</link>
      <pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-imagem-corpo-rainha-santa/</guid>
      <description>Um trabalho antigo dos tempos universitários.
 A Natureza e as lendas permanecem iguais no tempo e na memória dos homens; os monumentos, porém, que são narrativas em laudes de calcário, alvo ou corado, a cada século que passa contam se como os velhos que viram tombar muitas gerações. (V. Correia, 1946, p. 380)
 Introdução: corpo e imagem  Des images médiévales, on dira qu’elles sont dans l’histoire. Non parce qu’elles reflètent la réalité ou témoignent des mentalités d’une époque, mais parce qu’elles sont engagées dans des actes sociaux et qu’elles contribuent à nouer des interactions entre les hommes, comme entre la terre et le ciel, tout en créant des configurations signifiantes singulières.</description>
    </item>
    
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      <title>Um monumento régio para Belém do Pará: O projecto e a polêmica</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-monumento-regio-belem-para/</link>
      <pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/archive/post/2010-monumento-regio-belem-para/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Trabalho antigo dos tempos universitários, que arquivo aqui por propor uma leitura que possa interessar ao ocasional estudioso do tema.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
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